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Title: Auge e declínio do fordismo
Authors: Eugenio, Matheus Batista Ferreira
metadata.dc.contributor.advisor: Silveira, Maracajaro Mansor
metadata.dc.contributor.members: Silveira, Maracajaro Mansor
Monfardini, Rodrigo Delpupo
Rubinsztajn, Igor Kippe
Issue Date: 2018
Abstract: Para o entendimento da dinâmica das economias capitalistas é necessário que as crises capitalistas sejam entendidas em sua totalidade. A crise dos anos 1970 marca a história do capitalismo enquanto um ponto de inflexão, já que apresentou elementos novos e que causaram rupturas no pensamento econômico. O início da crise pode ser visto no esgotamento do modelo de desenvolvimento fordista. Modelo esse que engendrou ganhos industriais nunca antes vistos, e que foi a base da expansão das economias centrais até a década de 1970. Dessa forma, não é possível então explicar a crise dos anos 1970 e seus desdobramentos sem antes entender o fordismo e sua ruína. As consequências da crise fizeram aparecer respostas e alternativas com objetivo da retomada do processo de acumulação de capital. Uma dessas resposta foi o ideário neoliberal. Baseado nos princípios do liberalismo clássico, o neoliberalismo se opunha teórica e politicamente ao estado keynesiano de bem-estar social, se estabelecendo enquanto representante do livre mercado e da intervenção mínima do Estado na economia. A hipótese desse trabalho aponta para as condições criadas pela crise do fordismo que abriram espaço para a disseminação do receituário liberal no centro e na periferia capitalista. Na busca da defesa da hipótese, esse trabalho fará uma caracterização do fordismo e sua crise à luz da Teoria da Regulação e apresentará as características e resultados da resposta neoliberal à crise.
metadata.dc.description.abstractother: For the understanding of the dynamics of capitalist economies it is necessary that capitalist crises be understood in their totality. The crisis of the 1970s marks the history of capitalism as a turning point, since it presented new elements and caused ruptures in economic thinking. The onset of the crisis can be seen in the depletion of the Fordist development model. This model generated industrial gains never seen before and was the basis of the economic expansion of the central economies until the 1970s. In this way, it is not possible to explain the crisis of the 1970s and its consequences without first understanding Fordism and its ruin. The consequences of the crisis led to the appearance of responses and alternatives aimed at resumption of the process of capital accumulation. One such response was the neoliberal ideology. Based on the principles of classical liberalism, neoliberalism was theoretically and politically opposed to the Keynesian state of social welfare, establishing itself as representing the free market and the state's minimal intervention in the economy. The hypothesis of this work points to the conditions created by the crisis of Fordism that made possible the dissemination of the liberal prescriptions in the capitalist center and periphery. In the quest for the defense of the hypothesis, this work will characterize Fordism and its crisis in the light of the Theory of Regulation, and will present the characteristics and results of the neoliberal response to the crisis
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/10050
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