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Title: A literatura pop alemã da década de 1990 como manifestação de identidade linguístico-geracional
Authors: Corrêa, Carina Santos
metadata.dc.contributor.advisor: Savedra, Mônica Maria Guimarães
Jungbluth, Konstanze
metadata.dc.contributor.advisorco: Bolacio Filho, Ebal Sant’Anna
metadata.dc.contributor.members: Stanke, Roberta Cristina Sol Fernandes
Ferreira, Mergenfel Andromergena Vaz
Guisan, Pierre François Georges
Kaltner, Leonardo Ferreira
Issue Date: 10-Jun-2019
Abstract: A Literatura Pop alemã da década de 1990 é um movimento de marca identitária não apenas literária, mas também linguística, pois documenta, por intermédio da língua coloquial, a implantação na Europa de uma ordem mundial neoliberal econômica introduzida com o advento da globalização. Esta língua coloquial, utilizada para a descrição do cotidiano deste momento histórico, marca a identidade de um momento de reformulação de uma nova realidade social, na qual a globalização teve início como consequência dos acontecimentos da queda do muro de Berlim, da dissolução do bloco comunista, do fim da Guerra Fria e da reunificação alemã. Ela apresenta algumas características analisadas, nesta presente tese, em três obras da Literatura Pop. Em “Faserland”, analisamos xingamentos com valor metafórico como marcas de oralidade, de acordo com a teoria dos atos de fala de John Searle (1969). Em “Tristesse Royale”, examinamos o fenômeno linguístico da ironia como fala indireta comunicativa, de acordo com Park (2000). Em “Generation Golf. Eine Inspektion”, observamos a presença da língua coloquial através da citação recorrente de marcas de produtos de consumo. Além disto, analisamos, nesta última obra, a incidência de anglicismos como marcadores de fronteira linguística permeável de acordo com Zinkhahn Rhobodes (2015). Para considerarmos ainda a identidade linguística, utilizamos a contribuição dos estudos de Stuart Hall (2011), com sua tese de identidade fragmentada do pós-modernismo; e de Lothar Krappmann (2010), com sua concepção da identidade em equilíbrio (“Konzept der balancierenden Identität”)
metadata.dc.description.abstractother: Die Popliteratur ist eine Bewegung, die nicht nur literarisches Identitätsmerkmal enthält, sondern auch linguistisches, da sie mittels der Alltagssprache die Umsetzung einer neoliberalen Weltordnung in Europa darstellt, die durch das Phänomen der Globalisierung verursacht wurde. Diese zur Beschreibung des Alltags der 90er Jahre verwendete Sprache zeigt die Identität eines Moments der Neuformulierung einer neuen gesellschaftlichen Wirklichkeit, in der die Globalisierung als Folge der Ereignisse des Falls der Berliner Mauer, der Auflösung des Ostblocks, des Endes des Kalten Krieges und der deutschen Wiedervereinigung begann. Sie weist in diesem historischen Zusammenhang einige Merkmale auf, die, in der vorliegenden Arbeit, in drei Werken der Popliteratur analysiert werden. In „Faserland“ untersuchen wir Schimpfwörter mit metaphorischem Wert als Mündlichkeitszeichen nach der Sprechakttheorie von John Searle (1969). In „Tristesse Royale“ setzen wir uns mit dem linguistischen Phänomen der Ironie als kommunikativer Indirektheit auseinander, nach Park (2000). In „Generation Golf. Eine Inspektion“ beobachten wir die Alltagssprache durch das häufige Auftreten von Marken von Konsumgütern. Darüber hinaus analysieren wir auch bei diesem Werk die Permeabilität von Anglizismen nach der Sprachgrenzentheorie von Zinkhahn-Rhobodes (2015). Um die linguistische Identität zu berücksichtigen, verwenden wir den Beitrag der Studien von Stuart Hall (2011) mit seiner Vorstellung der fragmentierten Identität in Zeiten der Postmoderne; und von Lothar Krappmann (2010), mit seinem Konzept der balancierenden Identität
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/10147
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