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Title: Sexo de anjos: mito, infância e sexualidade na literatura
Authors: JI, Renan
metadata.dc.contributor.advisor: Dias, Ângela Maria
metadata.dc.contributor.members: Nuñez, Carlinda Fragale Pate
Moraes, Marcelo Jacques de
Leal, Paula Glenadel
Bines, Rosana Kohl
Issue Date: 2015
Abstract: A tese trata de narrativas que primaram por representar figurações extremas da infância, mais especificamente da infância sexualizada ou sedutora. O corpus inclui obras consagradas e conhecidas pelo tratamento polêmico da infância, como Lolita, de Vladimir Nabokov, A tragédia brasileira, de Sérgio Sant'Anna, Elogio da madrasta, de Mario Vargas Llosa, e O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst; assim como obras menos previsíveis como Teorema, de Pier Paolo Pasolini, e O bom crioulo de Adolfo Caminha. Nesses trabalhos, discuto o diálogo com as imagens tradicionais da infância, e igualmente a subversão polêmica dessas mesmas imagens, introduzindo uma concepção ou imagem sui generis daquele que conhecemos como o infante, ou aquele que se encontra no estágio infantil da sexualidade ou da psique. Vemos que o mito, como categoria supostamente a ser superada por essas narrativas (o mito da inocência infantil), retornará ao texto literário por vias insuspeitas e/ou alternativas, numa espécie de reconfiguração ou reatualização da infância mítica.
metadata.dc.description.abstractother: The thesis analyses narratives which present us extreme figurations of childhood, more specifically the figure of the sexual or seductive child. The literary corpus includes acclaimed works, known for their controversial treatment of childhood, such as Lolita, by Vladimir Nabokov, A tragédia brasileira, by Sérgio Sant'Anna, Elogio da madrasta, by Mario Vargas Llosa, and O caderno rosa de Lori Lamby, by Hilda Hilst. The analysis also considers less predictable works, such as Teorema, by Pier Paolo Pasolini, and O bom crioulo, by Adolfo Caminha. In the mentioned narratives, I will discuss their dialogue with traditional images of childhood, as well as a polemic subversion of those same images. The result would be a sui generis concept or image of the one we know as the infant, or the one who is in the infantile stages of psychosexual development. The myth as an allegedly overcome category in those narratives (the myth of childhood innocence) returns in unsuspected or alternative ways, reconfiguring or readapting the mythic childhood.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/10310
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