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Title: Associação entre estratégias de enfrentamento e a gravidade de sintomas de estresse pós-traumático em uma amostra de estudantes universitários: abordagem frequentista vs bayesiana
Authors: Machado, Arthur Viana
metadata.dc.contributor.advisor: Oliveira, Leticia de
metadata.dc.contributor.advisorco: Freire, Izabela Mocaiber
metadata.dc.contributor.members: Oliveira, Leticia de
Freire, Izabela Mocaiber
Pereira, Mirtes Garcia
Pinheiro, Walter Machado
Erthal, Fátima Cristina Smith
Issue Date: 2019
Citation: MACHADO, Arthur Viana. associação entre estratégias de enfrentamento e a gravidade de sintomas de estresse pós-traumático em uma amostra de estudantes universitários: abordagem frequentista vs bayesiana. 2019.87 f. Dissertação (Mestrado em Neurologia/Neurociências) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2019.
Abstract: Objetivo: o presente estudo investigou as associações entre estratégias habituais de enfrentamento do estresse e sintomas de estresse pós-traumático em amostra de universitários que foram expostos a eventos traumáticos. Metodologia: Dentre 99 estudantes, 37 estudantes cumpriram o critério A para diagnóstico do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) participaram das análises. O The Posttraumatic Stress Disorder Checklist – Civilian Version (PCL-C) e a BriefCOPE foram os instrumentos para avaliar a sintomatologia de TEPT e as estratégias de enfrentamento, respectivamente. Análises de correlação e regressão frequentista e bayesiana foram realizadas entre sintomas de TEPT e estratégias de enfrentamento. Resultados: as correlações bayesianas e frequentistas mostraram que as estratégias focadas na emoção e no problema foram associadas com menos sintomas de TEPT, enquanto estratégias disfuncionais foram associadas com maior sintomatologia de TEPT. Nas análises de regressão subsequentes, o melhor modelo preditor da gravidade de TEPT foi composto por estratégias focadas na emoção e estratégias disfuncionais, com a primeira predizendo menos sintomas e a última predizendo mais sintomas. Entretanto, na abordagem bayesiana da regressão linear, a estratégia disfuncional foi o único preditor robusto para explicar a gravidade do sintomas de TEPT. Conclusões: a menor utilização de estratégias adaptativas (estratégias focadas na emoção) e maior uso de estratégias disfuncionais de enfrentamento de estresse estão mais associadas à gravidade dos sintomas de TEPT. De acordo com as análises bayesianas, que permitem uma generalização maior dos dados, as estratégias disfuncionais são determinantes na predição de maiores níveis de sintomas de TEPT. Considerando o contínuo do Research Domain Criteria (RDoC), o presente achado contribui para a literatura no sentido de destacar o papel fundamental de quais estratégias de enfrentamento contribuem significativamente para a gravidade dos sintomas de TEPT. A compreensão de quais são as estratégias de enfrentamento utilizadas e suas consequências pode aumentar a eficiência das abordagens terapêuticas para este transtorno mental
metadata.dc.description.abstractother: Objective: This study investigated the influences of coping styles on posttraumatic stress symptoms (PTSS) among healthy college students who were exposed to traumatic events. Methods: The total sample was composed of 99 Brazilian college students, but only 37 participants fulfilled DSM-IV criterion A for PTSD diagnosis. The Posttraumatic Stress Disorder Checklist – Civilian Version (PCL-C) and the Brief COPE were used to assess the participants’ PTSS and use of coping styles, respectively. Correlation analysis and subsequent regressions were conducted between coping strategies and PTSS through traditional and Bayesian approaches. Results: Bayesian and frequentist correlations showed that emotion-focused and problem-focused coping styles were associated with reduced PTSS, while dysfunctional coping style was positively related to PTSS severity. In the subsequent linear regression, the best model predicting PTSS severity was composed by emotion-focused coping and dysfunctional coping, with the former predicting less symptoms and latter predicting more symptoms. However, in the Bayesian regression approach the dysfunctional coping cluster was the most robust in predicting posttraumatic stress symptoms severity. Conclusions: reduced use of adaptive coping (emotion-focused) and more use of dysfunctional coping styles are related to higher PTSS. According to the Bayesian approach, which permits more generalization of data, dysfunctional coping style is determinant in the prediction of high levels of PTSS. Considering the Research Domain Criteria (RDoC) continuum, the present findings add new data to the body of research that highlight the critical role of distinct coping strategies in the severity of PTSS. The comprehension of which coping strategies are used and their outcome can enhance the effectiveness of therapeutic approaches in this mental disorder
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/10514
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