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Title: Direito à moradia: tragédia do Morro do Bumba no ano de 2010
Authors: Souza, Luiza Machado de
metadata.dc.contributor.advisor: Ferraz, Joana D’Arc Fernandes
metadata.dc.contributor.members: Serra, Carlos Henrique Aguiar
Rodrigues, Thaís Ferreira
Issue Date: 2018
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: Em abril de 2010, o bairro Viçoso Jardim, periferia de Niterói/RJ, assistiu a uma tragédia que, infelizmente, compõe um conjunto inumerável de acontecimentos da mesma natureza que se repetem ano após ano, em todo o estado. Devido às fortes chuvas do mês de abril, o Morro do Bumba desmoronou, arrastando mais de 50 barracos e deixando centenas de desalojados que, por falta de moradia, foram dirigidos a abrigos provisórios com baixa infraestrutura, à espera de uma política pública de habitação. O desastre foi amplamente divulgado pelos meios de comunicação, tendo o desmoronamento da encosta do bumba sido noticiado até mesmo internacionalmente. Esse trabalho tem como objetivo analisar o processo de segregação socioespacial produzido pelo Estado a partir da tragédia ocorrida no Morro do Bumba. Na medida do possível, buscamos saber quais foram os caminhos percorridos pelas vítimas do desastre depois de terem sido realocadas em abrigos provisórios, passando pelo Aluguel Social e, por fim, pelo processo de entrega das moradias no conjunto habitacional Zilda Arns. Na primeira parte, fizemos um rápido histórico do surgimento das favelas no Rio de Janeiro e em Niterói. Na segunda parte, discutimos a relação da favela com a cidade. Na terceira parte, elaboramos um relato do que foi a tragédia do Morro do Bumba, analisando a ação do Estado em relação a este episódio. Nossa pesquisa teve como fonte de informação o relato dos moradores do Conjunto Habitacional Zilda Arns. Para complementar as informações, também lançamos mão de pesquisas em jornais, trabalhos acadêmicos e sites. As entrevistas com os moradores foram apoiadas em um roteiro previamente estruturado junto com a orientadora Joana, o qual, contudo, não foi revelado aos entrevistados. Optamos por deixar que falassem livremente sobre a tragédia, sobre a ação do Estado e também sobre as suas mobilizações sociais até que conseguissem um novo local de moradia. Tal formato deixou nossos entrevistados mais à vontade, tendo em vista que estes moradores não só continuam sob efeito do trauma que os acometeu, mas ainda vivem de forma precária.
metadata.dc.description.abstractother: In April 2010, the neighborhood Viçoso Jardim, in the outskirts of Niterói / RJ, witnessed a tragedy that, unfortunately, is an innumerable series of events of the same nature that are repeated year after year, throughout the state. In April, Morro do Bumba collapsed, dragging more than 50 shacks and saw the displaced, due to lack of housing, were taken to temporary shelters with low infrastructure, waiting for a public housing policy. The disaster was widely publicized by the media, with the collapse of the Bumba slope having been reported even internationally. The objective of this work is the process of socio-spatial segregation developed by the State as a result of the tragedy that occurred in Morro do Bumba. In the quant possible, he looked for saber that were the routes traversed by the disaster of the disaster and being realocated in provisional shelters, and the by the social and, by process, by process of dwellings in the moro habitational Zilda Arns. In the first part, the brief history of the emergence of favelas in Rio de Janeiro and Niterói. In part, we discussed the relationship between the favela and the city. In the third part, an account of a tragedy of the Morro do Bumba was elaborated, analyzing the action of the State in relation to this episode. Our research had as source of information the relationship of the residents of the Housing Complex Zilda Arns. To complement the information, we also use research in newspapers, academic papers and websites. The interviews with the data were linked to a script and, at the same time, were not revealed to the interviewees. Optimize or divert action on an action strategy on social mobilizations for a new place of residence. The format is no longer our most experienced, given that these residents are no longer as persistent under the effect of trauma as those affected but still live precariously.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/10537
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