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Title: A resposta neural para estímulos emocionais é modulada pela meditação? uma revisão sistemática da literatura
Authors: Magalhães, Andressa Acar
metadata.dc.contributor.advisor: Oliveira, Letícia de
metadata.dc.contributor.advisorco: Pereira, Mirtes Garcia
Menezes, Carolina Baptista
metadata.dc.contributor.members: Oliveira, Letícia de
Pereira, Mirtes Garcia
Berger, William
Lobo, Isabela Villarinho de Paula
Pinheiro, Walter Machado
Issue Date: 2017
Abstract: Apesar da crescente atenção dada à pesquisa científica da meditação, os estudos experimentais da relação neural entre meditação e reatividade emocional ainda são emergentes. Os objetivos deste trabalho foram investigar se a meditação modula a atividade de áreas envolvidas com regulação emocional (áreas pré-frontais/parietais) e processamento emocional (límbicas), avaliar se a modulação promove aumento ou redução da atividade nestas regiões e se o grau de experiência com a prática de meditação altera o padrão de modulação. A hipótese testada foi que a meditação reduziria a reatividade emocional por ativar regiões de regulação da emoção (pré- frontais/parietais) e assim modular a atividade das regiões de processamento emocional (límbicas). Este pressuposto surgiu dos dados da literatura que sugerem um padrão de recrutamento destas regiões em estratégias de reavaliação cognitiva e deslocamento da atenção, assim como em estratégia de regulação baseada em mindfulness. Foram selecionados dez artigos de fMRI e seus resultados mostraram que houve modulação de regiões cerebrais associadas a regulação da emoção e processamento emocional. A direção da modulação foi variável entre os estudos, sendo difícil propor um padrão único de atividade neural tanto para iniciantes como para meditadores experientes. Apesar dessa variação, uma maior ativação do córtex pré-frontal ventrolateral mostrou-se relativamente consistente entre os estudos, apoiando a concepção de maior recrutamento de região envolvida na regulação da emoção. Com relação às áreas de processamento da emoção, a meditação provocou uma tendência à diminuição da atividade da amígdala, o que pode estar associado à menor reatividade emocional, e a ínsula apresentou maior atividade devido a meditação, contrariando a hipótese sugerida de menor ativação de regiões de processamento emocional. Este achado pode ter relação com um maior monitoramento de estados internos e aceitação de estados emocionais
metadata.dc.description.abstractother: Despite the growing attention given to scientific research of meditation, experimental research about the neural relationship between meditation and emotional reactivity is still emerging. This review aims to investigate whether meditation modulates the brain activity in areas related to emotional regulation (prefrontal/ parietal areas) and emotional processing (limbic areas). We investigated whether this modulation promotes increased or decreased activity in these regions and if the degree of experience in meditation practice alters the modulation pattern. The hypothesis is that meditation would reduce emotional reactivity by activating emotion regulation areas (prefrontal/parietal) and thus reduce the activity in regions related to emotional processing (limbic areas). This assumption arises from the literature that suggests a neural activity pattern commonly seen in some emotional regulation strategies, such as cognitive reappraisal and attentional deployment, as well as for mindfulness based regulation strategy. Ten articles of fMRI were selected and their results showed that there was modulation of brain regions associated with emotion regulation and emotional processing. The direction of the modulation was variable between studies, being difficult to propose an unique pattern of neural activity both for beginner or for experienced meditators. Besides this variation, there was a relatively consistent activation of the ventrolateral pré-frontal córtex supporting the idea of greater recruitment of areas involved in the regulation of emotion. Regarding the areas involved with emotional processing, there was a tendency of reduced activation in amygdala, which may be associated with less emotional reactivity. The insula presented increased activity due to meditation, contrary to our hypothesis of less activation in regions of emotional processing. This finding could be related to a greater monitoring of internal states and acceptance of emotional states
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/10570
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