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Title: Comparação entre o teste laboratorial remoto e o método laboratorial de rotina para a dosagem de lipoproteínas e triglicerídeos no sangue: revisão sistemática da literatura
Authors: Tostes, Carine Pimenta Maurício Dantas
metadata.dc.contributor.advisor: Bottino, Caroline Fernandes dos Santos
metadata.dc.contributor.members: Bottino, Caroline Fernandes dos Santos
Bernardes, Thais Bento
Rheder, Aislan Cristina
Antunes, Lívia Azevedo Alves
Issue Date: 1-Jan-2018
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: Tostes, Carine Pimenta Maurício Dantas. Comparação entre o teste laboratorial remoto e o método laboratorial de rotina para a dosagem de lipoproteínas e triglicerídeos no sangue: revisão sistemática da literatura. 2017. 58f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) – Universidade Federal Fluminense, Instituto de Saúde de Nova Friburgo, 2017.
Abstract: As doenças cardiovasculares (DCV) são uma grande preocupação para a saúde pública devido ao seu alto índice de mortalidade. A alteração dos níveis de lipídios plasmáticos está entre os fatores de risco para as DCVs. Os testes laboratoriais remotos (TLR ou point-of-care test [POCT]) conseguem medir uma série de analitos a partir de tiras reagentes. Entre eles pode-se citar o colesterol total, lipoproteínas de alta densidade (HDL) e baixa densidade (LDL) e triglicerídeos (TG). Assim, os TLRs são importantes na triagem e análise do risco CV. As vantagens dos TLRs incluem a medição rápida, a necessidade de uma pequena quantidade de amostra e o resultado imediato. O objetivo do presente estudo foi fazer uma revisão sistemática da literatura sobre a precisão e acurácia do TLR comparado a bioquímica laboratorial (padrão ouro) para a dosagem de lipoproteínas e TG no sangue. A base de dados consultada foi o PUBMED, utilizando descritores na língua inglesa relacionados a temática. Após triagem dos resultados, foram analisados 25 artigos, sendo 21 estudos em humanos e quatro em animais. Foram identificados 15 dispositivos, que dosavam tanto lipídios e TG quanto outros analitos, porém apenas 2 deles é comercializado no Brasil. Os estudos mostram que o TLR é de fácil execução e apresenta boa concordância com as medidas laboratoriais, apresentando diferenças não significativas, com exceção de dois artigos em humanos que encontraram diferença significativa entre o TLR e o método laboratorial. A maioria dos artigos aprovam o TLR como meio de triagem. Em conclusão, apesar de haver discordância entre os estudos que avaliam a acurácia, precisão e concordância nas dosagens, havendo superestimação ou subestimação de valores dependendo do analito e dispositivo, essa variação parece não possuir relevância clínica. Contudo, mais estudos são necessários para o controle das fases pré-analíticas, analíticas e pós-analíticas, afim de se prevenir erros que poderão interferir no resultado final.
metadata.dc.description.abstractother: Cardiovascular disease (CVD) is a major concern for public health because of its high mortality rate. Changes in plasma lipid levels are among the risk factors for CVD. Point-of-care tests (POCT) can measure a series of analytes from reagent strips. It includes total cholesterol, high-density lipoprotein (HDL), low-density lipoprotein (LDL) and triglycerides (TG). Thus, POCTs are important for both screening and analyzing CV risk. POCT advantages include rapid measurement, the need for small sample and a short-time result. The present study aimed to perform a systematical review of the literature about the precision, accuracy, and agreement of POCT and laboratory biochemistry (gold standard) for lipoproteins and TG determination in blood. The database was PUBMED, using descriptors in the English language related to the subject. After sorting the results, 25 articles were analyzed, where 21 studies were performed in humans and four in animals. Fifteen devices were identified, which can quantify both lipids and TG, as well as other analytes, but only two of them are commercialized in Brazil. The studies showed that POCT is easy to handle and displays good agreement with laboratory results without significant differences, except for two papers in humans that found a significant difference between POCT and laboratory analyzes. Most articles approve POCT as a screening tool. In conclusion, although there is some disagreement among studies that evaluate the accuracy, precision and agreement, with overestimation or underestimation of values depending on the analyte and device evaluated, the variation seems to have no clinical relevance. However, further studies are necessary to control pre-analytical, analytical and post-analytical steps to prevent bias that in turn may interfere with the result.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/10642
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