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Title: Evolução temporal das respostas cardiorrespiratórias ao treinamento aeróbio de remo em idosas saudáveis
Authors: Araújo, Renata Cardoso
metadata.dc.contributor.advisor: Soares, Pedro Paulo da Silva
metadata.dc.contributor.advisorco: Rodrigues, Gabriel Dias
metadata.dc.contributor.members: Soares, Pedro Paulo da Silva
Farinatti, Paulo de Tarso Veras
Gonçalves, Thiago Rodrigues
Gurgel, Jonas Lírio
Issue Date: 2018
Citation: ARAÚJO, Renata Cardoso. Evolução temporal das respostas cardiorrespiratórias ao treinamento aeróbio de remo em idosas saudáveis. 2018. 44 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Cardiovasculares) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2018.
Abstract: Introdução: O processo de envelhecimento acarreta declínios fisiológicos como a diminuição da capacidade física, que pode comprometer a autonomia e qualidade de vida em idosos. O aumento do consumo máximo de oxigênio (VO2máx), débito cardíaco máximo (DCmáx) através do treinamento em idosos é conhecido na literatura, mas pode depender da intensidade e do volume de treinamento, e ainda, da treinabilidade individual. Além disso, existem lacunas quanto à evolução temporal dessas adaptações, ou seja, se os idosos respondem de forma precoce ou tardia em função do treinamento programado. Metodologia: Foram avaliadas 23 idosas saudáveis alocadas em grupos CTRL (controle) e TR (treinamento em remo). TR participou de treinamento em remoergômetro por 10 semanas e CRTL não realizou atividade física no período. Todas realizaram teste de esforço cardiopulmonar máximo (TEM) antes e após o treinamento, bem como testes de exercício específico (TEE) a cada duas semanas. Os TEM seguiram protocolo rampa, com medida da pressão arterial (PA), frequência cardíaca (FC), volume sistólico (VS) e débito cardíaco (DC). Os TEE foram escalonados em estágios de 5 min (20 W, 40 W e 60 W), com análise da FC, VS, DC e dados ventilatórios. Resultados: Nos TEM, VS, DC e VO2 no pico do esforço foram maiores após o treinamento em TR que CTRL. Idosas com níveis mais baixos de capacidade física na linha de base apresentaram maiores ganhos de VO2, DC e VS após o treinamento. Nos TEE, TR apresentou aumento da distância percorrida a partir da 4º semana de treinamento, e da potência média atingida e consumo de oxigênio na 6º semana. Em relação à FC em cada estágio, houve diminuição a partir da 6º semana no segundo e terceiro estágios. Conclusão: O treinamento em remoergômetro, com intensidade moderada a vigorosa e duração de 10 semanas, acarretou aumento no VO2, DC e VS máximos em idosas. Maiores ganhos de VO2, DC e VS ocorreram em voluntárias com menores valores iniciais dessas variáveis. Após seis semanas de treinamento, já se observou aumento nos valores da potência atingida e VO2 durante o TEE em remoergômetro, assim como redução da FC média no segundo e terceiro estágios, demonstrando adaptações ao treinamento aeróbio de remo
metadata.dc.description.abstractother: Introduction: The aging process leads to physiological decline, such as a decrease in physical capacity, which can compromise autonomy and quality of life in the elderly. The increase in maximal oxygen consumption (VO2max), maximal cardiac output (COmax) through training in the elderly is known in the literature but may depend on the intensity and volume of training, and on individual trainability. In addition, there are gaps in the temporal evolution of these adaptations, that is, whether the elderly respond early or late according to the programmed training protocol. Methodology: Twenty-three healthy elderly women allocated to CTRL (control) and TR (rowing ergometer training) groups were evaluated. TR participated in training on a rowing ergometer for 10 weeks and CRTL did not perform physical activity during the period. All of them underwent maximal cardiopulmonary exercise test (MET) before and after training, as well as specific exercise tests (SET) every two weeks. MET followed a ramp protocol, with blood pressure (BP), heart rate (HR), systolic volume (SV) and cardiac output (CO) being measured. The SET were staggered in 5 min (20 W, 40 W and 60 W) stages, with analysis of HR, SV, CO and ventilatory data. Results: In the MET, SV, CO and VO2 at peak effort were higher after TR training than CTRL. Volunteers with lower levels of physical ability at baseline had higher peak VO2, CO and SV gains after training. In the SET, TR showed an increase in the distance traveled starting from the 4th week of training and the gain in average power and oxygen consumption started in the 6th week. Regarding HR, there was a decrease from the 6th week on in the second and third stages. Conclusion: The rowing ergometer training, with moderate to vigorous intensity and duration of 10 weeks, resulted in an increase in peak VO2, CO and SV in elderly women. Higher VO2, CO and SV gains occurred in volunteers with lower initial values of these variables. After six weeks of training, there was an increase in power and VO2 values during the SET on the rowing ergometer, as well as a reduction in the mean HR in the second and third stages showing aerobic adaptations to rowing training.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/10677
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