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Title: Análise da variação anatômica da artéria hepática no transplante de fígado
Authors: Silva, Alexandre Cerqueira
metadata.dc.contributor.advisor: Martinho, José Manoel da Silva Gomes
metadata.dc.contributor.advisorco: Oliveira, Marcelo Enne de
metadata.dc.contributor.members: Cardoso, Gilberto Perez
Rivello, Tarcísio
Eulálio, José Marcus Raso
Issue Date: 2006
Citation: SILVA, Alexandre Cerqueira. Análise da variação anatômica da artéria hepática no transplante de fígado. 2006. 70 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2006.
Abstract: Desde 1963, o transplante hepático evoluiu de um procedimento experimental até se estabelecer, no início da década de 80, como terapia médica para hepatopatias quando for indicada a substituição do órgão. O estudo da artéria hepática inicia-se ainda no século XVIII, mas foi nas últimas três décadas que realmente se deu ênfase ao assunto, em virtude do transplante hepático e de suas modalidades mais complexas, como no transplante intervivos e na partição de um fígado para dois receptores. De março de 2002 a março de 2005, foram avaliados 80 doadores cadavéricos quanto à forma de apresentação da anatomia arterial hepática. A anatomia habitual foi encontrada em 67,5% e nas demais foram observadas variantes, já descritas na literatura. Dos 80 receptores, dois apresentaram trombose arterial (2,5%). Não houve correlação entre a variação arterial e número de anastomoses com índice de trombose arterial. O estudo da vascularização arterial do fígado é útil na cirurgia hepato-bilio-pancreática, fundamental para prevenir complicações no transplante com enxerto proveniente de doadores em morte cerebral e crucial quando se realizam procedimentos mais complexos, como transplante hepático intervivos e transplante com fígado bipartido
metadata.dc.description.abstractother: Since 1963, liver transplantation developed from an experimental procedure until to be implemented in the early 80’s as medical therapy for liver diseases, when the organ substitution is indicated. The study of the hepatic artery started at XVIII century, but only at the last three decades, this subject was really emphasized, because of the realization of liver transplantation and other more complex modalities of this procedure as living and split liver transplantation for two recipients. From March 2002 to March 2005 eighty cadaveric donors were evaluated according to the types of hepatic artery anatomy. The habitual anatomy was found in 67,5% with 32,5% being abnormal already described on literature. From 80 recipients, two have presented arterial thrombosis ( 2,5%). There was no correlation between arterial variation and the number of anastomosis with the index of arterial thrombosis. The study of the arterial vascularization of the liver is useful in hepatic-biliary pancreatic surgery; it is fundamental to prevent complications at liver transplantation with graft originating from donors with cerebral death and crucial when more complex procedures are done as living-donor liver transplantation and split liver transplantation
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/10886
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