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Title: Proposta de um sistema de farmacovigilância para um hospital municipal de grande porte da cidade do Rio de Janeiro
Processos e atividades de farmacovigilância como proposta para um hospital municipal de grande porte da Cidade do Rio de Janeiro
Authors: Valdiero, Karina Senra
metadata.dc.contributor.advisor: Brito, Monique Araújo de
metadata.dc.contributor.advisorco: Cordeiro, Benedito Carlos
metadata.dc.contributor.members: Pontes, André Teixeira
Silva, Carolina Lazzarotto
Issue Date: 2016
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: VALDIERO, Karina Senra. Proposta de um sistema de farmacovigilância para um hospital municipal de grande porte da cidade do Rio de Janeiro. 2016. 124f. Dissertação (Mestrado Profissional em Administração e Gestão da Assistência Farmacêutica) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2016.
Abstract: A farmacovigilância desenvolvida nos hospitais é uma importante atividade na promoção do uso racional e seguro de medicamentos. Como o hospital do estudo não desenvolve esse serviço, os objetivos desse estudo foram: descrever os recursos físicos, materiais e humanos necessários para a implantação do sistema de farmacovigilância no hospital; conhecer o perfil dos profissionais de saúde do hospital com relação às atividades de farmacovigilância; propor processos e atividades de farmacovigilância para o hospital, considerando conhecimentos, atitudes e sugestões dos profissionais de saúde da instituição sobre a farmacovigilância; e elaborar um boletim informativo sobre Farmacovigilância e Reações Adversas a Medicamentos (RAM) para ser distribuído no hospital. Realizou-se um estudo exploratório através de um questionário semi-estruturado, junto aos profissionais de saúde do hospital, e uma revisão na literatura sobre as atividades de farmacovigilância desenvolvidas em outros hospitais. Os achados mostram que 66,67% dos médicos, 71,43% dos enfermeiros e 44,44% dos farmacêuticos realizam o registro de RAM. 73,33% dos médicos, 71.43% dos enfermeiros e 66,67% dos farmacêuticos informam aos pacientes quanto às possíveis RAM. 66,66% dos médicos, 78,57% dos enfermeiros e 66,66% dos farmacêuticos disseram que nunca notificaram a suspeita de RAM a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Através desses resultados, observa-se a necessidade dos profissionais da saúde sejam treinados quanto às notificações através de educação permanente e continuada e que os farmacêuticos sejam cada vez mais inseridos neste contexto para redução da subnotificação de RAM, através da implantação de um serviço estruturado e organizado de farmacovigilância. Para nortear o trabalho desses profissionais no centro de farmacovigilância foi elaborado fluxogramas para a notificação de queixas técnicas, de suspeitas de reações adversas a medicamentos e de suspeita de inefetividade terapêutica do medicamento.
metadata.dc.description.abstractother: Pharmacovigilance developed in hospitals is an important activity in promoting the rational and safe use of medicines. As the hospital's study does not develop this service, the objectives of this study were to describe the physical, material and human resources required for the implementation of the pharmacovigilance system in the hospital, knowing the profile of the hospital's health care professionals with respect to pharmacovigilance activities, propose processes and pharmacovigilance activities for the hospital, considering knowledge, attitudes and suggestions of health professionals of the institution on pharmacovigilance, and prepare a newsletter on Pharmacovigilance and Adverse Drug Reactions to be distributed in the hospital. We conducted an exploratory study through a semi-structured questionnaire, together with the hospital's health professionals, and a literature review on the pharmacovigilance activities carried out in other hospitals. The findings show that 66.67% of physicians, 71.43% of nurses and 44.44% of pharmacists perform the adverse drug reactions record. 73.33% of physicians, 71.43% of nurses and 66.67% of pharmacists to inform patients about the possible adverse drug reactions. 66.66% of physicians, 78.57% of nurses and 66.66% of pharmacists said they never reported the suspected adverse drug reactions the National Health Surveillance Agency. Through these results, the need for health professionals is observed to be trained on notifications through permanent and continuing education and that pharmacists are increasingly inserted in this context for reducing adverse drug reactions underreporting, through the implementation of a structured service and organized pharmacovigilance. To guide the work of professionals in pharmacovigilance center was prepared flow charts for the notification of technical complaints, of suspected adverse drug reactions and suspected therapeutic ineffectiveness of the drug.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/10945
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