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Title: Urolitíase: estudo de prevalência e fatores associados em população extraída de um programa de atenção primária
Authors: Pinto, Rachel de Souza Filgueiras
metadata.dc.contributor.advisor: Lugon, Jocemir Ronaldo
metadata.dc.contributor.advisorco: Almeida, Jorge Reis
metadata.dc.contributor.members: Matos, Jorge Paulo Strogoff de
Ribeiro, José Genilson Alves
Gomes, Carlos Perez
Issue Date: 2013
Citation: PINTO, Rachel de Souza Filgueiras. Urolitíase: estudo de prevalência e fatores associados em população extraída de um programa de atenção primária. 2013. 85 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2013.
Abstract: Introdução: A urolitíase é uma doença comum e recorrente, cuja relação epidemiológica com o diabetes mellitus e a hipertensão arterial já é bem conhecida. Nas últimas décadas houve um aumento da prevalência de urolitíase em paralelo à pandemia de síndrome metabólica. Neste contexto, os dados brasileiros ainda são escassos. Objetivos: Estimar a prevalência de história de urolitíase em uma amostra não randomizada de adultos em nível de atenção primária e analisar sua associação com a hipertensão arterial, diabetes mellitus e síndrome metabólica. Métodos: Estudo transversal incluindo indivíduos adultos (hipertensos, diabéticos ou controles) adscritos ao Programa de Médico de Família de Niterói - Rio de Janeiro, Brasil. Os participantes foram avaliados através de questionário padronizado e submetidos a avaliações clínica e laboratorial. Os dados foram coletados entre julho de 2006 e dezembro de 2007, e analisados em 2011. O diagnóstico de síndrome metabólica baseou-se no critério harmonizado. Resultados: Foram avaliados 740 adultos (M:F = 0,85; média de idade 43 + 12 anos; 30% brancos e 70% não brancos; 19,3% de diabéticos; 31,8% de hipertensos). Aproximadamente metade da amostra apresentava síndrome metabólica (42,5%). A prevalência global de história de urolitíase foi 10,1%. História positiva foi encontrada em 14,0%, 10,2% e 8,6% dos diabéticos, hipertensos não diabéticos e controles, respectivamente. A cor da pele branca (P<0,001), presença de síndrome metabólica (P=0,003) e história familiar positiva (P=0,001) foram independentemente relacionadas à história de urolitíase. Os portadores de síndrome metabólica apresentaram maior acidez urinária (P=0,006), maior natriurese (P=0,012) e maior uricosúria (P=0,004) em relação aos demais. A prevalência de litíase aumentou de forma proporcional ao número de critérios de síndrome metabólica. Conclusões: A síndrome metabólica é um fator essencialmente modificável que está associado ao aumento progressivo da prevalência de urolitíase, conforme acumulação de seus critérios diagnósticos. Estes achados reforçam o elo recém-sugerido entre urolitíase e fatores de risco cardiovascular.
metadata.dc.description.abstractother: Background: Urolithiasis is a common and recurrent disease, with a well-established relationship with diabetes mellitus and hypertension. A progressive increase in its prevalence rate has been described in recent decades, in parallel to obesity pandemic. In this regard, Brazilian data are scarce. Aim: To estimate the prevalence of history of urolithiasis in a non-randomized sample of adults assisted by a community-based health program and to analyze its association with arterial hypertension, diabetes mellitus, and metabolic syndrome. Methods: Cross-sectional study including adults (non-diabetic hypertensives, diabetics or controls) assisted by the Family Doctor Program of Niteroi, Rio de Janeiro, Brazil. Participants were assessed through a standardized questionnaire and underwent clinical and laboratory evaluations, including blood and urine samples. Data were collected from July 2006 to December 2007 and analyzed in 2011. The diagnosis of metabolic syndrome was based on harmonized criteria. Results: A total of 740 adults were enrolled (M: F = 0.85; 43 ± 12 years; 30% white, and 70% non-white; 19.3% diabetics and 31.8% hypertensives). Almost half of subjects (42.5%) had metabolic syndrome. The prevalence of urolithiasis in the sample was 10.1%. Positive history was found in 14.0%, 10.2% and 8.6% among diabetics, hypertensives non-diabetics and controls, respectively. White skin color (P<0.001), positive family history (P=0.001), and metabolic syndrome (P=0.003) were independently associated with urolithiasis. Subjects with metabolic syndrome had more acidic urine (P=0.006), increased natriuresis (P=0.01) and higher uricosuria (P=0.004) compared to non-affected ones. The prevalence of urolithiasis increased in proportion to the number of criteria for metabolic syndrome. Conclusions: Metabolic syndrome is a modifiable factor associated with urolithiasis and the accumulation of its diagnostic criteria seems to progressively increase the risk of urolithiasis. These findings reinforce the recent suggested link between urolithiasis and cardiovascular risk factors.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/11036
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