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Title: Ingestão alimentar e balanço energético de adultos residentes em Niterói, Rio de Janeiro: resultados da pesquisa de nutrição, atividade aísica e saúde (PNAFS)
Authors: Souza, Danielle Ribeiro de
metadata.dc.contributor.advisor: Anjos, Luiz Antonio dos
metadata.dc.contributor.members: Mafra, Denise
Yokoo, Edna Massae
Henn, Ruth Liane
Issue Date: 2009
Citation: SOUZA, Danielle Ribeiro de. Ingestão alimentar e balanço energético de adultos residentes em Niterói, Rio de Janeiro: resultados da Pesquisa de Nutrição, Atividade Física e Saúde (PNAFS). 2009. 77 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2009.
Abstract: Com as mudanças no perfil epidemiológico e o aumento na prevalência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) cresceram investigações sobre a associação dessas doenças com o estilo de vida, particularmente às referentes a alterações na ingestão alimentar e na atividade física. Devido a falta de dados sobre ingestão alimentar na população brasileira, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a ingestão energética (IE) e de macronutrientes de uma amostra probabilística da população adulta ( 20 anos) do município de Niterói, RJ. Realizou-se recordatório alimentar de 24 horas de um dia típico, mediu-se a massa corporal e a estatura no próprio domicílio e estimou-se o gasto energético (GE) através de dois métodos, pela frequência cardíaca (Flex-HR) e pelo método recomendado pelo FAO (2004), em 1726 indivíduos. Os resultados mostraram que a IE média (± erro padrão) foi de 1570,9 ± 24,1 e 2188,8 ± 46,1 kcal.dia-1, para mulheres e homens respectivamente. A ingestão de proteínas apresentou se acima da recomendação (1,07 ± 0,02 e 1,28 ± 0,03 g.kg-1.dia-1). As mulheres com baixo peso foram as que apresentaram maior ingestão de lipídeos (31,2 ± 1,1%). O GE foi maior nas mulheres e homens obesos (1511,5  19,5 e 2222,3  68,8 kcal.dia-1, respectivamente), podendo ser explicado pelo aumento da massa corporal. O balanço energético medido (IE – GE) diminuiu com o aumento do índice de massa corporal (IMC), para mulheres e homens, chegando a apresentar média negativa (-3,2  131 kcal.dia-1) para os homens obesos. A razão da IE pela taxa metabólica basal (TMB) diminuiu com o aumento do IMC para as mulheres, apresentando média de 1,20 ± 0,04 para as obesas, para os homens, a diminuição foi apenas para os obesos (1,37 ± 0,07). Conclui-se que a ingestão da população adulta de Niterói encontra-se dentro dos valores recomendados, mesmo sendo uma população onde a prevalência de préobesidade (32,0 e 34,4%) e obesidade (15,1 e 13,8%) é alta (mulheres e homens, respectivamente). Porém ao se estratificar pelo estado nutricional nota-se uma menor ingestão para os indivíduos com maior massa corporal e ainda um subrelato através da relação IE/TMB, que pode ser explicada, em parte, pela superestimativa da TMB pelas equações utilizadas ou pela superestimativa no cálculo do GE, fazendo necessário o uso de novas equações para predição da TMB e consequentemente do GE
metadata.dc.description.abstractother: Due to the rise in the prevalence of chronic non-transmissible diseases there has been an increased interest in investigating the association of these diseases with lifestyle, particularly dietary intake (DI) and phycal activity patterns of populations. There is very limited information on DI of the Brazilian population. Therefore, the aim of the present study was to assess the carbohydrate, proteins, lipids, and energy intake (EI) of a typical day in a probabilistic sample (n=1726) of the adult (≥ 20 years) population of the city of Niterói, Rio de Janeiro, Brazil. DI was measured by 24 hour dietary recall, body mass (BM) and stature were measured in the household and energy expenditure (EE) was estimated by too diferents methods (Flex-heart rate method and FAO (2004) recommendation). The results showed that the mean (± standard error) of EI was 1570.9 ± 24.1 and 2188,8 ± 46,1 kcal.day-1, for women and men, respectively. Protein intake was above the recommendation (1.07 ± 0.02 e 1.28 ± 0.03 g.kg-1.day-1). Underweight women had higher lipid intake (31.2 ± 1.1%). EE was higher in obese women and men (1511.5  19.5 and 2222.3  68.8 kcal.day-1, respectively) due to their higher BM. Measured energy balance (EI – EE) decreased with increasing body mass index (BMI) in both women and men and was negative (-3.2  131 kcal.day-1) in obese men. EI divided by basal metabolic rate (BMR) decreased with increasing BMI in women and was 1.20 ± 0.04 in obese women. In conclusion, EI of the adult population of Niterói is within the recommended values despite the high prevalences of overweight (32.0 and 34.4%) and obesity (15.1 and 13.8%) in women and men, respectively. EI decreased with increasing of BMI indicating underreporting of EI, which could be explained, in part, by the verestimation of equations used to calculate BMR or by the overestimation in the calculation of EE. It is imperative that better estimates of BMR and consequently EE be developed for this population
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/11124
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