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Title: Avaliação do uso de inhame (Dioscorea bulbifera) no diabetes experimental
Authors: Mendes, Thaís de Salgado Rêgo
metadata.dc.contributor.advisor: Boaventura, Gilson Teles
metadata.dc.contributor.members: Setúbal, Sérgio
Almeida, Kátia Calvi Lenzi de
Feijó, Márcia Barreto da Silva
Issue Date: 2013
Citation: RÊGO, Thais de Salgado. Avaliação do uso de inhame (Dioscorea bulbifera) no diabetes experimental. 2013. 68 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2013.
Abstract: Várias espécies de inhame (Dioscorea) têm sido estudadas na literatura cientifica com o fim de embasar o uso medicinal frequente desse tubérculo. Na península da Coréia, o inhame era indicado pelo folclore para o tratamento da asma, artrite reumatóide, bronquite e outras doenças. A Farmacopéia da República Popular da China descreve o seu uso tradicional na medicina chinesa para o tratamento de anorexia, diarreia e diabetes, entre outras doenças. O presente estudo visa avaliar a atuação do inhame (Dioscorea bulbifera) em um modelo experimental de diabetes. Para isso fêmeas adultas de Rattus novergicus variedade albinus da cepa Wistar provenientes do Núcleo de Animais de Laboratório da Universidade Federal Fluminense foram mantidas no Laboratório de Nutrição Experimental à temperatura de 21-23°C e em ciclo claro/escuro de 12-12h recebendo água e ração ad libitum. O diabetes melito foi induzido em todas as ratas por meio de uma dieta hiperlipídica e de injeção intraperitonial de estreptozotocina. As ratas com diabetes confirmado foram divididas ao acaso em dois grupos, um deles tratado com dieta hiperlipídica e o outro com dieta hiperlipídica enriquecida com farinha de inhame. Formou-se também um terceiro grupo, composto por animais sadios, usados para controle. A glicemia foi acompanhada semanalmente e a massa corporal e o consumo alimentar monitorados 2 vezes na semana durante 5 semanas. A avaliação do diabetes foi feita pelo teste de tolerância oral à glicose no início e no fim do período experimental. Ao final do experimento realizou-se, sob anestesia (Thiopentax® por via intraperitoneal), a coleta de sangue por meio de punção cardíaca e a retirada dos órgãos (fígado, pâncreas, fêmur, coração e tecido adiposo) por laparotomia. Foram medidas a glicose e a insulinas séricas, bem como a massa dos órgãos. A concentração hepática de grupamentos tiol e os parâmetros do fêmur (massa, espessura do ponto médio da diáfise, DMO, CMO, área e radiodensidade) foram quantificados. A ingestão de alimentos, os níveis semanais de glicose e o teste de tolerância oral à glicose foram analisados por ANOVA bivariada e depois pelo pós-teste de Bonferroni. Os dados de indução (eficiência do alimento e glicemia) foram analisados pelo teste t de Student. Os dados restantes foram analisados por ANOVA univariada, e depois pelo pós-teste de Newman-Keuls.As análises estatísticas foram realizadas através do software Graph Pad Prisma versão 5.0 considerando-se estatisticamente significativos os valores de p<0,05. Verificamos que a farinha de inhame tem um efeito benéfico no metabolismo de carboidratos mediante carga glicêmica ou não, que os grupamentos tióis sensíveis à oxidação foram preservados, bem como houve uma melhora das variáveis relativas à estrutura do intestino, do tecido de reserva e dos parâmetros ósseos. Tendo em vista os resultados obtidos, verificamos que a adição de farinha de inhame à ração amenizou, de uma forma geral, os efeitos deletérios do diabetes experimental
metadata.dc.description.abstractother: Several species of yam (Dioscorea) have been studied in the scientific literature in order to support the frequent medical use of this tuber. In the Korean peninsula, yam has been recommended by the folklore to treat asthma, rheumatoid arthritis, bronchitis and other diseases. Yam has been also employed in traditional medicine for the treatment of anorexia, chronic diarrhea, diabetes, as has been described in the Pharmacopoeia of the People’s Republic of China. This work aims assessing the effect of the use of yam (Dioscorea bulbifera) in an experimental model of diabetes. Therefore, adult female rats (Rattus norvergicus var. albinus of the Wistar strain) from the Laboratory Animals Nucleus in the Universidade Federal Fluminense were maintained at Experimental Nutrition Laboratory at temperature of 21-23°C and in a light-dark cycle of 12-12 h, receiving water and food ad libitum. Diabetes mellitus was induced in all rats through a high fat diet and intraperitoneal injection of streptozotocin. The rats with confirmed diabetes have been randomly assigned in two groups, one treated with high fat diet and the other with high fat diet added with yam flour. A third group of healthy animals was used as controls. Blood glucose was measured weekly, and body weight and food consumption were monitored two times a week over five weeks. Diabetes assessed by oral glucose tolerance test in the beginning and in the end of the experiment. At the end of the experiment, a cardiac tap was done under intraperitoneal anesthesia (Thiopentax®) for collecting blood and a laparotomy to remove the organs (liver, pancreas, femur, heart and adipose tissue). Plasma glucose and insulin levels were assessed, as well as organ weights. Liver concentrations of thiol groups and femur parameters (mass, thickness at the diaphysis midpoint, DMB, CMB, area and radiodensity) were quantified. Food ingestion, weekly blood glucose and oral test of glucose tolerance were analyzed by two-way ANOVA, followed by Bonferroni post-test. The induction data (feed efficiency and glycaemia) were analyzed by Student’s t test. The other data were analyzed by one-way ANOVA, followed by Newman-Keuls post test. All statistical analyses were done with the software Graph Pad Prisma version 5.0, and p-values <0.05 were considered significant. We could verify that the yam flour promotes beneficial effect on carbohydrate metabolism with glycemic load or not; that the oxidation-labile thiol groups have been spared; and that there was a improvement in the variables related to gut structure and to reserve fat tissue, and in bone parameters. According to our results, chow added with yam flour generally minimized the deleterious effects of experimental diabetes
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/11324
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