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Title: A nova morfologia do trabalho e a autonomia relativo do/a assistente social na relação Brasil-Portugal
Authors: Gonçalves, Carla Mangueira
metadata.dc.contributor.advisor: Moraes, Carlos Antonio de Souza
metadata.dc.contributor.members: Moraes, Carlos Antonio de Souza
D’Almeida, Liliane Cardoso
Souza, Rosany Barcellos de
Issue Date: 2019
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: Gonçalves, Carla Mangueira. A nova morfologia do trabalho e a autonomia relativa do/a assistente social na relação Brasil-Portugal. 2018. 100 f. Trabalho final de curso (Bacharelado em Serviço Social)--Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional, Campos dos Goytacazes, RJ, 2018.
Abstract: Conceitualmente, a autonomia relativa do/a assistente social é mencionada por diversos autores, mas os debates em torno deste conceito ainda são rarefeitos. Compreender a autonomia do Serviço Social é, de igual forma, compreender o modus operandi da profissão,bem como seus limites e possibilidades diante do contexto do capital, que intensifica sobremaneira as expressões da questão social. Dada a importância de se debater e compreender o exercício da autonomia relativa do/a assistente social no atual contexto da nova morfologia do trabalho, esta exposição elencou como elemento chave o aprofundamento do debate teórico-conceitual da autonomia relativa, analisando similaridades e controvérsias no contexto Brasil –Portugal. Como eixos de discussão, analisam-se a categoria trabalho no contexto da sociedade capitalista (séculos XX-XXI); as implicações das transformações do mundo do trabalho para o exercício profissional do assistente social brasileiro; a produção teórico-conceitual luso-brasileira a respeito da autonomia relativa do Serviço Social; as novas questões acerca do exercício da autonomia relativa da/o assistente social frente ao contexto neoliberal.A partir desta análise, foi possível verificar que a intensificação do capital traz rebatimentos para a atuação profissional, no sentido de reafirmação da autonomia relativa, ao passo que se verticalizam as relações de poder e de hierarquia; que a dispersa dimensão política do Serviço Social português solidificou as bases de uma autonomia relativa fragilizada e de um trabalho profissional técnico e pouco crítico; que a expansão do ensino mercantilizado pelo capital tem formado profissionais que seguem sob a égide da autonomia técnica, em detrimento da defesa da autonomia relativa crítica preconizada nos marcos legais da profissão.
metadata.dc.description.abstractother: Conceptually, the relative autonomy of the social worker is mentioned by several authors, but the debates around this concept are still rarefied. Understanding the autonomy of Social Service is also to understand the modus operandi of the profession, as well as its limits and possibilities in the context of capital, which greatly intensifies the expressions of the social question. Given the importance of discussing and understanding the relative autonomy of the social worker in the current context of the new morphology of work, this work lists as a key element the deepening of the theoretical-conceptual debate of relative autonomy, analyzing similarities and controversies in the context Brazil -Portugal. As axes of discussion, we analyze the category of work in the context of capitalist society (XX-XXI centuries); the implications of transformations from the world of work to the professional practice of the Brazilian social worker; the theoretical-conceptual Portuguese-Brazilian production regarding the relative autonomy of the social worker; the new questions about the exercise of relative autonomy of the social worker against the neoliberal context. From this analysis, it was possible to verify that the intensification of the capital brings back to the professional activity, in the sense of reaffirmation of the relative autonomy, while the relations of power and hierarchy are verticalized; that the dispersed political dimension of the Portuguese Social Service solidified the foundations of a fragile relative autonomy and of a technical and not critical work; that the expansion of education commodified by capital has trained professionals who follow under the aegis of technical autonomy, to the detriment of the defense of the relative critical autonomy advocated in the legal frameworks of the profession.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/11471
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