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Title: Descobrindo Angola para além de Luanda: travessias literárias em romances de Arnaldo Santos e Manuel Rui
Authors: Jacob, Sheila Ribeiro
metadata.dc.contributor.advisor: Padilha, Laura Cavalcante
metadata.dc.contributor.advisorco: Jorge, Silvio Renato
metadata.dc.contributor.members: Can, Nazir Ahmed
Coutinho, Alexandre Montaury Baptista
Laks, Daniel Marinho
Silva, Renata Flavia da
Issue Date: 7-Oct-2019
Abstract: Esta tese apresenta uma leitura, em diálogo, dos romances A casa velha das margens (1999), de Arnaldo Santos, e A casa do rio (2007), de Manuel Rui. A partir dos signos casa, rio e margens, mostramos como as viagens dos protagonistas Emídio Mendonça e Antero Salvino se desdobram em travessias históricas, subjetivas, identitárias e culturais, demonstrando como a saída de Luanda e o mapeamento de distintos espaços que conformam a nação angolana são formas de ampliação e atualização do famoso lema “Vamos descobrir Angola!”, de meados do século XX. Nessa travessia de leitura, recuperamos, inicialmente, a forte presença da cidade de Luanda nas produções literárias angolanas desde o século XIX até as décadas de 1950 e 1960. Depois, refletimos sobre o mapeamento ficcional de outros espaços, considerando os romances aqui analisados uma espécie de representação desses novos movimentos e descobertas. Assim, algumas das questões abordadas são as relações entre geografia e literatura e os temas das cartografias identitárias, cartogramas, neocolonialismo, identidades híbridas, desobediência epistêmica e tradição oral
metadata.dc.description.abstractother: In this thesis, we present a reading, in dialogue, of the novels “A casa velha das margens” (1999), written by Arnaldo Santos, and “A casa do rio” (2007), by Manuel Rui. Reflecting about the signs house, river and margins, we show how the travels of the protagonists Emídio Mendonça and Antero Salvino result in historical, subjective, identity and cultural crossings, demonstrating how the departure from Luanda and the mapping of different spaces that form the Angolan nation are ways of expanding and updating the famous motto “Vamos descobrir Angola!” from the mid-twentieth century. In this reading journey, we initially recovered the strong presence of Luanda in Angolan literary productions from the nineteenth century to the 1950s and 1960s. Then, we reflect on the fictional mapping of other spaces, considering the novels analyzed a kind of representation of these new movements and discoveries. Thus, some of the topics approached are the relations between geography and literature and the themes of identity cartography, cartograms, neocolonialism, hybrid identities, epistemic disobedience and oral tradition
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/11678
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