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Title: Carcinoma hepatocelular pós-transplante hepático: análise de 10 anos
Authors: Silva, Joyce Roma Lucas de
metadata.dc.contributor.advisor: Martinho, José Manoel da Silva Gomes
metadata.dc.contributor.advisorco: Balbi, Elizabeth
metadata.dc.contributor.members: Velarde, Luis Guillermo Coca
Mello, Carlos Eduardo Brandão
Perez, Renata de Mello
Issue Date: 2012
Citation: SILVA, Joyce Roma Lucas de. Carcinoma hepatocelular pós-transplante hepático: análise de 10 anos. 2012. 57 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2012.
Abstract: Atualmente o melhor tratamento com potencial curativo para um grupo selecionado de pacientes com carcinoma hepatocelular (CHC) é o transplante hepático (TH). A sobrevida no pós-TH está relacionada com o diagnóstico precoce do tumor e com técnicas terapêuticas mais eficientes. Todavia, encontramos diferentes taxas de recidiva do CHC em pacientes dentro dos mesmos critérios para TH. Isto significa que podem existir outros fatores responsáveis pela recidiva tumoral (RT) no pós-TH. O objetivo deste trabalho foi analisar a RT dos pacientes que foram submetidos a TH por CHC em um centro onde o pool de doadores é limitado, assim como avaliar o impacto do atual sistema de alocação de órgãos na sobrevida a longo prazo no Serviço de TH do Hospital Geral de Bonsucesso. Um estudo retrospectivo dos prontuários dos pacientes submetidos a TH por CHC com doador cadáver e doador vivo conforme critérios de inclusão e exclusão foi realizado no período de junho de 2001 à junho 2011. O acompanhamento compreendeu um período mínimo de 10 meses e máximo de 10 anos pós-TH. Foram analisadas as sobrevidas do grupo de TH doador vivo e cadáver, antes e após a implementação do MELD score no grupo cadáver. Dos 423 transplantes hepáticos foram selecionados 93 (21.9%) pacientes com explante confirmando CHC. Na análise global, foram observadas 14 recidivas (15 %). Metade (7casos) ocorreram no fígado e a outra metade no pulmão (5 casos), osso (1 caso) e linfonodos (1 caso). O tempo médio entre o TH e a recidiva foi de 7.57 ± 4.71 meses com a mediana de 6 meses, variando de 2 a 17 meses. A presença de invasão vascular apresentou impacto na recidiva da população estudada (RR 12.27, IC 95% 2.9-51.5, p= 0.006). As sobrevidas foram semelhantes em ambos os grupos, transplante hepático doador cadáver (THDC) e transplante hepático doador vivo (THDV) sem diferenças significativas (p=0.35). No entanto, diferentemente dos resultados encontrados na literatura, o MELD score não modificou a sobrevida a longo prazo no grupo THDC (p=0.39)
metadata.dc.description.abstractother: Currently, the best treatment with curative potential for hepatocellular carcinoma (HCC) is liver transplantation (LT). Post LT survival is related to both early tumor diagnosis and more efficient therapeutic techniques. However, we found different HCC recurrence rates in patients within the same criteria for LT suggesting that other factors may be responsible for tumor recurrence after LT. The main of this study was to analyze the recurrence in HCC patients who underwent LT in a center where the donor pool is limited, and assess the impact of the current organ allocation system in this center. A retrospective study of HCC patients data who underwent) deceased donor and living donor liver transplantation according to inclusion and exclusion criteria was performed between June 2001 and June 2011. The follow up ranged from 10 months to 10 years after LT. We analyzed deceased donor and living donor survival, before and after the MELD score implementation in the latter group. Of the 423 liver transplants, 93 (21.98%) patients were select with confirmed HCC in the explant. In the overall analysis, we observed 14 recurrences (15%). Of these, 4 (28.5%) performed locoregional therapy. Half recurrences (7 cases) occurred in the liver and the other half occurred in the lung (5 cases), bone (1 case) and lymphonodes (1 case). The mean time between LT and diagnosis of recurrence was of 7.57 ± 4.71 months with a median of 6 months, ranging from 2 to 17 months. Risk factors affecting survival in this population were the presence of vascular invasion with the risk of 12.27 times (95% CI 2.92 – 51.51, p = 0.006). Vascular invasion in association to donor type had an impact on survival at 3 years (p = 0.35). The survival rates were similar in both groups living donor and deceased donor, with no significant differences (p=0.39). Additionally, the MELD score did not change the long-term survival of patients who underwent deceased donor liver transplantation at our center
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/11774
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