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Title: Densitovolumetria na avaliação das massas conglomeradas e do enfisema na silicose complicada: correlação clínica, radiológica e funcional
Authors: Castro, Marcos César Santos de
metadata.dc.contributor.advisor: Marchiori, Edson dos Santos
metadata.dc.contributor.advisorco: Nani, Angela Santos Ferreira
metadata.dc.contributor.members: Boaventura, Gilson Teles
Aidé, Miguel Abidon
Barreto, Miriam Menna
Issue Date: 2012
Citation: CASTRO, Marcos César Santos de. Densitovolumetria na avaliação das massas conglomeradas e do enfisema na silicose complicada: correlação clínica, radiológica e funcional. 2012. 74 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2012.
Abstract: A densitovolumetria pulmonar é uma técnica de utilização recente que permite calcular o volume dos pulmões, estruturas do tórax e de lesões do parênquima pulmonar a partir da diferença de densidade das imagens adquiridas durante um exame de tomografia computadorizada de tórax com varredura helicoidal. As imagens são processadas por softwares que mensuram o volume das estruturas selecionadas. Na literatura não há relato de utilização desta técnica na avaliação da silicose complicada. O estudo teve como objetivo avaliar a correlação entre os volumes das massas conglomeradas e do enfisema na silicose complicada com os parâmetros clínicos e funcionais. Foram avaliados 102 pacientes com silicose complicada (fibrose maciça progressiva) e selecionados para o estudo 23 pacientes não tabagistas e sem história pregressa de tuberculose. Os pacientes foram submetidos a avaliação clínica, radiológica e funcional. Utilizou-se escala Medical Research Council modificada para a avaliação do grau de dispneia e para o estudo funcional foram utilizados espirometria, avaliação dos volumes pulmonares pela técnica de diluição com hélio e medida de difusão com monóxido de carbono. As radiografias de tórax foram classificadas em opacidades tipo A, B e C de acordo com a Classificação de Radiografias de Pneumoconioses da Organização Internacional do Trabalho. A partir das imagens da tomografia computadorizada de tórax, utilizou-se a densitovolumetria para mensurar o volume das massas silicóticas e do enfisema. Nas reconstruções volumétricas tridimensionais em exame tomográfico realizado em inspiração máxima foi utilizada a densidade de -670UH para o cálculo do volume pulmonar total e -950UH para o enfisema. Foi mensurado o volume das massas silicóticas maiores do que 1,0cm para cada pulmão. Para as correlações foi utilizado o teste de correlação de Spearman, sendo considerado significante p<0,05. Dos 23 pacientes, 8 foram classificados como opacidade tipo A, 12 como opacidade tipo B e 3 pacientes como opacidade tipo C. Não houve correlação significativa entre o volume das massas silicóticas avaliado pela densitovolumetria e os parâmetros clínicos e funcionais. No entanto, observou-se correlação significativa entre o volume do enfisema com os parâmetros CVF (%) (r = 0,41, p = 0,04), VR (%) (r = 0,49, p = 0,01) e CPT (%) (r = 0,44, p = 0,03). Os resultados sugerem que o volume do enfisema mais do que o volume das massas silicóticas possa ser o principal responsável pelo comprometimento funcional dos pacientes com fibrose maciça progressiva
metadata.dc.description.abstractother: Pulmonary densitovolumetry is a recently developed technique that allows for the calculation of the lung volume, volume of chest structures, and volume of pulmonary parenchymal lesions from the density differences in the images acquired during a chest helical CT scan. The images are processed by software that measures the volume of the selected structures. There is no record of the use of this technique in the evaluation of complicated silicosis in the literature. The objective of this study was to evaluate the correlations of the volume of the conglomerate masses and the volume of emphysema with clinical and functional parameters in complicated silicosis patients. A total of 102 patients with complicated silicosis (progressive massive fibrosis) were screened, and 23 patients with no history of tobacco use or tuberculosis were selected for the study. The patients were submitted to clinical, radiological, and functional evaluations. The modified Medical Research Council scale was used to evaluate the degree of dyspnea. Spirometry was used to evaluate lung function. The helium dilution method was used to evaluate lung volume. Carbon monoxide diffusion capacity was also measured. The chest radiographs were classified as type A, B, or C opacities in accordance with the International Classification of Radiographs of Pneumoconiosis of the International Labour Organization. From the chest CT scans, densitovolumetry was used to measure the masses of silicosis and emphysema. In the 3-dimensional volumetric reconstructions in the CT scan carried out at maximum inspiration, a density of -670 HU was used for the calculation of the total lung volume and -950 HU for emphysema. The volume of the silicosis masses larger than 1.0 cm in diameter was measured for each lung. Spearman’s correlation test was used for the correlations, with p < 0.05 considered significant. Of the 23 patients, 8 were classified as type A opacity, 12 as type B, and 3 as type C. There was no correlation between the volume of the silicosis masses and any clinical or functional parameter. However, significant correlations were observed between the volume of emphysema and FVC% (r = 0.41, p = 0.04), RV% (r = 0.49, p = 0.01), and TPC% (r = 0.44, p = 0.03). The results suggest that the volume of emphysema, more than the volume of silicosis masses, is responsible for the functional impairment of patients with progressive massive fibrosis
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/11782
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