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Title: A incorporação do quinto sinal vital na formação e nas práticas de cuidado de residentes de saúde: o desafio da construção de um aplicativo móvel
Authors: Ferrari, Maria Fernanda Muniz
metadata.dc.contributor.advisor: Daher, Donizete Vago
metadata.dc.contributor.members: Pinto, Cecília Maria Izidoro
Pereira, Audrey Vidal
Issue Date: 2019
Citation: FERRARI, Maria Fernanda Muniz. A incorporação do quinto sinal vital na formação e nas práticas de cuidado de residentes de saúde: o desafio da construção de um aplicativo móvel. 2019. 88 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino na Saúde) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2019.
Abstract: Introdução: A singularidade e a complexidade que agrupam a linha de cuidados ao paciente com dor evidenciam que a formação profissional deve ser pautada na incorporação da mesma como Quinto Sinal Vital. Assim, este estudo, tem como objetivos: Compreender como se efetiva a formação e as práticas de cuidado de residentes em saúde no manejo da dor como quinto sinal vital; identificar como se efetivou a abordagem da dor como quinto sinal vital na formação do residente em saúde(sua inserção ou não, modos e temporalidade); analisar as potencialidades e limitações dos residentes para a efetivação de práticas de cuidado no que se refere a dor como quinto sinal vital; e propor uma ferramenta na modalidade aplicativo multimídia com informações que facilitem e potencializem a atuação do residente no manejo da dor. Método: É de um estudo de caso. Com abordagem qualitativa, descritiva do tipo pesquisa-ação. Desenvolvido em uma Instituição pública de saúde, situada no município do Rio de Janeiro. Participantes: os residentes de enfermagem, farmácia e medicina por realizarem cuidados direto aos pacientes em seus quadros de dor. Foram incluídos os residentes do primeiro ano (04 de enfermagem e 15 de medicina) e do segundo ano (03 de farmácia) por atuarem exclusivamente nas clínicas cirúrgicas e em contato direto com os pacientes, prescrevendo, avaliando e executando os protocolos de analgesia. E foram excluídos os residentes com matrícula trancada, férias ou licenças médicas no momento da coleta dados. E os que estavam no primeiro ano da Residência em farmácia, por não terem contato direto com os pacientes. Atendeu todos os requisitos para estudo com seres humanos sendo aprovado pelo CEP N°2.216.639. Foi realizado um trabalho de campo com realização de entrevistas semiestruturadas e aplicação de questionário. A coleta dos dados ocorreu entre setembro e novembro de 2017. A análise de dados foi do tipo temática. Resultados: três categorias emergiram da pesquisa: A tênue abordagem da temática dor na formação em saúde; Impacto do (Des)conhecimento referente a temática dor nas práticas profissionais e Limitações do manejo da dor como 5° Sinal Vital. A análise dos depoimentos aponta que 100% dos participantes não tiveram disciplina específica de dor no currículo regular, porém 86% tiveram contato com a temática na graduação, dentro de outras disciplinas, de forma superficial, e 25% foi através da prática. E que 100% dos entrevistados sentem-se limitados em suas ações de cuidado, devido a frágil abordagem da temática na formação. As limitações foram: pouco conhecimento sobre a temática(36%); entraves para avaliação fidedigna do paciente com dor(21%); insegurança para intervir(36%) e dificuldade em acreditar na dor do paciente(7%). Conclusões: Apesar da relevância da temática, ainda é tratada como subtema na formação em saúde e nas capacitações em serviço, sendo entendida como complementar em diversas disciplinas dos cursos da área. E com isso, afeta diretamente a oferta de assistência qualificada. Nos confrontando com a inevitável necessidade de ampliar a oferta de conhecimentos teóricos referentes a dor.
metadata.dc.description.abstractother: Introduction: The uniqueness and complexity that group the care line to the patient with pain show that professional training should be based on the incorporation of it as Quinto Sinal Vital. Thus, this study aims to: Understand how training and care practices of health residents in the management of pain are effective as a fifth vital sign; to identify how the pain approach was performed as the fifth vital sign in the health resident's formation (whether or not they are inserted, modes and temporality); to analyze the potentialities and limitations of residents for the practice of care practices with regard to pain as the fifth vital sign; and propose a tool in the multimedia application modality with information that facilitates and potentiates the resident's performance in pain management. Method: It is from a case study. With a qualitative, descriptive approach of the research-action type. Developed in a public health institution, located in the city of Rio de Janeiro. Participants: residents of nursing, pharmacy and medicine for providing direct care to patients in their pain charts. The first year residents (04 of nursing and 15 of medicine) and of the second year (03 of pharmacy) were included because they worked exclusively in surgical clinics and in direct contact with patients, prescribing, evaluating and executing the analgesia protocols. Residents with locked registration, vacations or medical licenses were excluded at the time of data collection. And those who were in the first year of Residency in pharmacy, for not having direct contact with the patients. It met all the requirements for study with human beings and was approved by CEP No. 2.216.639. A field work was carried out with semi-structured interviews and questionnaire application. Data collection took place between September and November 2017. Data analysis was of thematic type. Results: three categories emerged from the research: The tenuous approach to pain in health training; Impact of (Des) Knowledge regarding the issue of pain in professional practices and Limitations of pain management as 5th Vital Sign. The analysis of the testimonies indicates that 100% of the participants did not have specific discipline of pain in the regular curriculum, but 86% had contact with the subject in the undergraduate, in other disciplines, in a superficial way, and 25% was through the practice. And that 100% of the interviewees feel limited in their care actions, due to the fragile approach of the training theme. The most cited limitations were: little knowledge about the theme (36%); limitation for reliable evaluation of pain patients (21%); insecurity to intervene (36%) and difficulty believing in patient pain (7%). Conclusions: Despite the relevance of the subject, it is still treated as a subtheme in health training and in-service training, being understood as complementary in several courses of the area. And with that, it directly affects the supply of qualified assistance. We are confronted with the inevitable need to expand the theoretical knowledge of pain.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/11800
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