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Title: O morto no lugar dos mortos: classificações, sistemas de controle e necropolítica no Rio de Janeiro.
Other Titles: The deceased in place of the dead: classifications, control systems and necropolitics in Rio de Janeiro
Authors: Medeiros, Flávia
Issue Date: 2018
Citation: MEDEIROS, Flávia. O morto no lugar dos mortos: classificações, sistemas de controle e necropolítica no Rio de Janeiro. Revista M. Estudos sobre morte, os mortos e o morrer, v. 3, p. 72-91, 2018.
metadata.dc.relation.ispartof: Revista M. Estudos sobre morte, os mortos e o morrer, v. 3, p. 72-91, 2018.
Abstract: Neste artigo apresento reflexões elaboradas a partir das etnografias que realizei em instituições policiais que atuam na gestão de mortes e mortos na região metropolitana do Rio de Janeiro/Brasil entre 2010 a 2014. Particularmente, apresento dados produzidos no âmbito do Instituto Médico-Legal e da Divisão de Homicídios para demonstrar como a violência que produz mortos é tratada pelos mecanismos de classificação e poder mobilizados por um estado, através de suas instituições policiais. Por práticas, burocracias e moralidades, demonstro como agentes policiais organizam um regime necropolítico presente, tanto pela centralidade da morte no cotidiano dos sujeitos e instituições quanto na multiplicidade de tempos e espacialidades que os mortos constituem. Neste sentido, abordo o papel do controle estatal da vida social dos mortos, para discutir o que os mortos alvo da violência submetidos a essa política de morte podem vir a produzir.
metadata.dc.description.abstractother: In this article, I present reflections based on ethnographies that I have conducted in police institutions that work in the management of death and dead people in the metropolitan region of Rio de Janeiro / Brazil between 2010 and 2014. I particularly present data produced within the scope of the Medical-Legal Institute and Homicide Division to demonstrate how violence that produces dead is treated by the mechanisms of classification and power mobilized by the state, through its police institutions. By means of practices, bureaucracies and moralities, they demonstrate how police agents organize a necropolitical regime both by the centrality of death in the daily life of subjects and institutions, and by the multiplicity of times and spatiality that the dead constitute. In this sense, I intend to address the role of state control of the social life of the dead, to discuss what the dead targets of violence submitted to this death policy may produce
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/11972
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