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Title: Joaquim Pimenta e o Ministério do Trabalho de Getúlio Vargas
Authors: Zaverucha, Jorge
Issue Date: 1991
Citation: ZAVERUCHA, Jorge. Joaquim Pimenta e o Ministério do Trabalho de Getúlio Vargas. Cadernos de Estudos Sociais, v. 7, n. 2, 1991.
metadata.dc.relation.ispartof: Cadernos de Estudos Sociais, v. 7, n. 2, 1991.
Abstract: Joaquim Pimenta foi um dos mais importantes trabalhadores pernambucanos da década de vinte. Ele ajudou a comandar as maiores greves que os operários Pernambucanos conseguiram realizar em sua história. Ele que costumou militar na oposição, encontrou oportunidade de ser situação quando se tornou assessor de Lindolfo Collor, no Ministério do Trabalho de Getúlio Vargas. No poder, Pimenta revelou-se diferente do líder que empolgava os trabalhadores em comícios contra injustiças cometidas pela classe patronal ou o Estado. Pimenta que sempre fora amante da liberdade não se rebelou contra os métodos ditatoriais de Vargas; fora favorável a autonomia sindical, mas não se opôs ao imposto compulsório que mantinha o sindicato dependente do Estado varguista; considerava-se um pluralista, mas propiciou o advento do corporativismo estatal e, finalmente, apoiava uma melhor distribuição de renda, mas serviu a um presidente que favoreceu muito mais políticas populistas distributivas do que políticas redistributivas implicando na ausência de novas formas de tributação progressiva.
metadata.dc.description.abstractother: Joaquim Pimenta was a professor of law at the Faculdade de Direito do Recife who became one of the most important leaders of the working classe in the state of Pernambuco He helped to organize the largest strike in the story of the working class in that state. Pimenta was always in the political opposition vis-a-vis the local governments until he shifted position after being invited to join the staff of Lindolfo Collor, Ministry of Labor at Getulio Vargas tenure. While in power, however, Pimenta showed an entirely different behavior He did not criticize Vargas' lack of commitment with democracy, he approved a mandatory tax over the unions as well as a corporatist institutional arrangement between unions ant the government. Besides that, Pimenta did not push for an increasing income tax as a device to minimize the wide economic gap among capitalists and workers.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/12139
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