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Title: Respiração lenta na insuficiência cardíaca: efeitos hemodinâmicos agudos
Authors: Gomes, Jonathan Costa
metadata.dc.contributor.advisor: Mesquita, Evandro Tinoco
metadata.dc.contributor.advisorco: Chermont, Sergio Luiz Soares Marcos da Cunha
metadata.dc.contributor.members: Mesquita, Evandro Tinoco
Chermont, Sergio Luiz Soares Marcos da Cunha
Guimarães, Fernando Silva
Quintão, Monica Maria Pena
Villacorta Junior, Humberto
Issue Date: 2017
Citation: GOMES, Jonathan Costa. Respiração lenta na insuficiência cardíaca: efeitos hemodinâmicos agudos. 2017. 77 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Casrdiovasculares) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2017.
Abstract: Introdução: A redução voluntária guiada da frequência respiratória caracteriza a respiração lenta com fim terapêutico. A respiração lenta tem sido alvo de investigações atualmente e parece promover melhora clínica na insuficiência cardíaca crônica (IC), mas pouco se sabe sobre seus mecanismos hemodinâmicos. Objetivo: Determinar se há efeito agudo hemodinâmico central durante o exercício de respiração lenta guiada por dispositivo na IC. Método: Ensaio clínico randomizado duplo cego, cruzado, controlado e duplo-cego. O grupo intervenção realizou respiração lenta (GRL) guiada por dispositivo e, o grupo controle (GC) permaneceu repouso, ouvindo música lenta. Foi realizado monitorização hemodinâmica nos momentos pré (basal), durante (5º, 10º e 15ºmin.) e no 5ºmin. pós, por bioimpedância transtorácica cardíaca. Análise estatística: teste t-student e ANOVA two-way. As diferenças nas variáveis durante GRL e GC consideradas significativas com p<0,05. As variáveis foram expressas em média ± desvio padrão. Resultados: Foram incluídos 18 pacientes com medicamentos já otimizados e estáveis clinicamente, destes, 15 completaram o estudo (foram 9 homens), com idade 64±10 anos, IMC 30±4 Kg/cm2, NYHA II11/III4, e FEVE 46±16%. No GRL houve aumento do volume sistólico (GRL basal: 63±17 vs 67±15ml [p=0,02] e GRL vs GC: 71±25 vs 58±13ml no 5ºmin. [p=0,01]). O débito cardíaco foi maior no GRL quando comparado ao GC (4,8±2 vs 3,7±0,7l/min. no 5ºmin. [p=0,01]). A resistência vascular sistêmica reduziu tanto na comparação intragrupo GRL (basal: 1796±639 vs 1692±659dyn.s.cm-5 no 5ºmin. [p=0,02]) e também na comparação GRL vs GC (1692±659 vs 1982±534dyn.s.cm-5 no 5ºmin. [p=0,002]). A frequência cardíaca não sofreu mudanças significativas nos dois momentos. Conclusão: Os resultados deste presente estudo sugerem que a respiração lenta guiada por dispositivo interfere de forma aguda na hemodinâmica central. O débito cardíaco aumentou por predomínio do aumento do volume sistólico
metadata.dc.description.abstractother: Background: Guided voluntary reduction of respiratory rate characterizes slow breathing. Slow breathing has been investigated today and clinical may improve in chronic heart failure (HF), but is unknown its hemodynamic effects. Objective: We investigated the central hemodynamic effect of device-guided slow breathing in HF. Methods: Randomized double-blind, cross-over, controlled, clinical trial.. The intervention group performs device-guided slow breathing (GRL), and the control group (GC) remained rested, listening to slow music. Hemodynamic monitoring in pre (baseline) during (5th, 10th and 15th minute) and post (5th minutes) moments, by cardiac transthoracic bioimpedance. Statistical analysis: t-student test and two-way ANOVA. The differences in variables during GRL and GC were considered significant at p <0.05. The variables were expressed as mean ± SD. Results: The study included 18 patients with optimized drugs and stable clinically these, 15 completed the study (9 males), aged 64 ± 10 years, BMI 30 ± 4 kg/cm2, NYHA II11/ III4 and LVEF 46±16%. In the GRL there was an increase in systolic volume (baseline GRL: 63±17 vs 67±15ml [p = 0.02] and GRL vs GC: 71±25 vs 58±13ml in the 5th minute [p = 0.01]). Cardiac output was higher in GRL when compared to GC (4.8±2 vs 3.7±0.7 l /min in the 5th minute [p = 0.01]). Systemic vascular resistance decreased both in the GRL intragroup comparison (baseline: 1796± 639 vs. 1692 ± 659dyn.s.cm-5 in the 5th minute [p = 0.02]) and also in the GRL vs. GC comparison (1692 ± 659 vs. 1982 ± 534dyn.s.cm-5 in the 5th minute [p = 0.002]). The heart rate did not change significantly. Conclusion: The results of this present study suggest that device-guided slow breathing interferes acutely with central hemodynamics. Cardiac output increased due to the predominance of systolic volume increase
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/12361
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