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Title: Diferentes formas de dizer adeus: a morte nas narrativas iniciáticas
Authors: Silva, Pedro Henrique Alves
metadata.dc.contributor.advisor: Freire, Rafael de Luna
metadata.dc.contributor.members: Moreno, Antônio do Nascimento
Martins, India Mara
Issue Date: 2018
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: Silva, Pedro Henrique Alves. Diferentes formas de dizer adeus: a morte nas narrativas iniciáticas. 2018. 67f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Cinema e Audiovisual)-Instituto de Arte e Comunicação Social, Universidade Federal Fluminense, 2018.
Abstract: O presente trabalho se propõe analisar as diferentes representações da morte em filmes protagonizados por personagens infantis, buscando entender melhor a relação existente entre essa ferramenta narrativa e o amadurecimento dos personagens principais. Partindo do termo “narrativas iniciáticas”, cunhado pelo autor José de Souza Miguel Lopes, divido as análises em três grupos: O fim da inocência, onde analiso o primeiro encontro com a morte em Conta Comigo, de Rob Reiner, e Meu Primeiro Amor, de Howard Zief; A crueldade infantil na assimilação da violência, onde reflito sobre a crueldade infantil em Brinquedo Proibido, de René Clément, e Deixa Ela Entrar, de Tomas Alfredson; e O suicídio como anti-narrativa iniciática, onde discorro sobre a decisão de pôr fim a própria vida em Alemanha, Ano Zero, de Roberto Rossellini, e O Porco Espinho, de Mona Achache. Através da análise fílmica destas obras partindo de teorias de ritos de passagem, morte, infância e cinema de autores como Arnold Van Gennep, Victor Turner, Vicky Lebeau, Bert Cardullo, Monica Flegel e outros, as variadas facetas da morte existentes nas obras, assim como a estrutura das narrativas iniciáticas, são avaliadas.
metadata.dc.description.abstractother: The present work aims to analyze the different representations of death in films featuring child protagonists, seeking to better understand the connexion between the narrative tool and the coming of age of the main characters. Starting from the term “initiatory narratives” developed by the author José de Souza Miguel Lopes, I divide the analysis into three groups: The End of Innocence, where I analyze the first encounter with death in Rob Reiner's Stand By Me and Zief Howard's My Girl; Child cruelty in the assimilation of violence, where I reflect on child cruelty in René Clément's Forbidden Games and Tomas Alfredson's Let the Right One In; and Suicide as an contradiction to the initiatory narrative, where I discuss the decision of the protagonist killing himself in Roberto Rossellini's Germany, Year Zero and Mona Achache's The Hedgehog. Through the film analysis of these works starting from the theories of rites of passage, death, childhood and cinema of authors such as Arnold Van Gennep, Victor Turner, Vicky Lebeau, Bert Cardullo, Monica Flegel and others, the various facets of death in the works, as well as the structure of the initiatory narratives, are evaluated.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/12409
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