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dc.contributor.advisorTeixeira, Liliane Reis-
dc.contributor.authorSilva, Jorge Luiz Lima da-
dc.date.accessioned2020-01-06T20:13:55Z-
dc.date.available2020-01-06T20:13:55Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationSILVA, Jorge Luiz Lima da. Fatores psicossociais e síndrome de Burnout entre trabalhadores de enfermagem intensivistas. 2015. 151 f. Tese (Doutorado em Ciências na área de Saúde Pública) - Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/12571-
dc.description.abstractOs aspectos psicossociais referem-se a elementos do ambiente organizacional que sofrem influências das características individuais ao serem vivenciados pelos trabalhadores, estão relacionados ao macro contexto histórico, social de cada pessoa. O estresse é elemento-chave referente aos aspectos psicossociais. O estudo objetivou analisar a prevalência da síndrome de burnout (SB), segundo os aspectos psicossociais, sócio-demográficos e laborais de trabalhadores de enfermagem intensivistas. Estudo seccional realizado com 130 profissionais, com aplicação de questionário autopreenchido, contendo: a versão resumida da Job Stress Scale - para aferir o estresse; Maslach Burnout Inventory – para mensurar a SB; e Self Reporting Questionnaire – para medir transtornos mentais comuns (TMC). Foram realizadas análises univariadas e bivariadas, segundo modelo demanda-controle, com nível de significância de 5%. Revisão realizada no primeiro artigo identificou que o burnout está relacionado a fatores organizacionais, pessoais, individuais e aos inerentes à profissão. As repercussões envolvem as esferas físicas, psíquicas, emocionais, organizacionais e familiares. No segundo artigo, discorreu-se quanto às dimensões de estresse onde: 30,8% encontravam-se em alta exigência; 24,6% em trabalho ativo; 20,8% em trabalho passivo, e 23,8% em baixa exigência. O apoio social revelou que 53,1% dos trabalhadores estavam abaixo da mediana, aqueles em trabalho ativo apresentavam-se acima deste valor (p=0,027). A prevalência de SB foi de 55,3%, sendo 72,5% estavam em alta exigência (p= 0,006). A prevalência de TMC foi de 27,7%. Os fatores referidos como estressores em UTI foram: carga horária; relacionamento interpessoal profissional; relacionamento com a chefia e déficit de pessoal. No terceiro artigo, foi observado que 80,6% da prevalência de TMC estavam associados à SB (<0,0001). Após análise multivariada, foi constatado caráter protetor para SB nas dimensões intermediárias de estresse: trabalho ativo OR = 0,26 (IC95%=0,09-0,69); e trabalho passivo OR = 0,22 (IC95%=0,07-0,63), com modelo ajustado para sexo, idade, escolaridade, carga horária semanal, renda, e pensamento no trabalho durante as folgas. No quarto artigo, refletiu-se que os aspectos políticos, institucionais e de qualidade de vida devem receber destaque, pois o estresse é algo que transcende o aspecto individual e possui grande impacto na qualidade do serviço, na instituição e na sociedade. A construção de uma rede nacional de negociação junto aos sindicatos, conselhos e governo federal; a implantação de gestão participativa, e levantamento de problemas e possíveis soluções são ações que partem do geral para que surtam efeito sobre cada trabalhador da UTI. A reflexão traz à tona o grande desafio de encarar o cuidado ao ser humano de forma a desconsiderá-lo como bem de capital, em países em desenvolvimento com sistema neoliberal. A organização do trabalho em UTI favorece ao estresse de alta exigência e, como consequência, demonstra prevalências expressivas de TMC e SB.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Biblioteca da Escola de Enfermagem (benf.sdc@id.uff.br) on 2020-01-06T20:13:55Z No. of bitstreams: 1 Jorge Luiz Lima da Silva - tese.pdf: 1453536 bytes, checksum: 2d93d8fd1b64d3790a56e6590061c3be (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2020-01-06T20:13:55Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Jorge Luiz Lima da Silva - tese.pdf: 1453536 bytes, checksum: 2d93d8fd1b64d3790a56e6590061c3be (MD5) Previous issue date: 2015en
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.titleAspectos psicossociais e síndrome de burnout entre trabalhadores de enfermagem intensivistaspt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordAspectos psicossociaispt_BR
dc.subject.keywordEsgotamento profissionalpt_BR
dc.subject.keywordTranstornos mentaispt_BR
dc.subject.keywordEquipe de enfermagempt_BR
dc.subject.keywordUnidades de terapia intensivapt_BR
dc.subject.keywordAmbiente de trabalhopt_BR
dc.subject.keywordSaúde do trabalhadorpt_BR
dc.contributor.membersSória, Denise de Assis Corrêa-
dc.contributor.membersTeixeira, Enéas Rangel-
dc.contributor.membersSouza, Katia Reis de-
dc.contributor.membersFerreira, Aldo Pacheco-
dc.degree.leveldoutoradopt_BR
dc.creator.affilliationUniversidade Federal Fluminense. Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa. Niterói, RJpt_BR
dc.subject.descriptorSaúde do Trabalhadorpt_BR
dc.subject.descriptorCondições de Trabalhopt_BR
dc.subject.descriptorTranstornos Mentaispt_BR
dc.subject.descriptorEstresse Psicológicopt_BR
dc.subject.descriptorEnfermagempt_BR
dc.subject.descriptorEsgotamento Profissionalpt_BR
dc.subject.descriptorUnidades de Terapia Intensivapt_BR
dc.subject.keywordotherPsychologypt_BR
dc.subject.keywordotherBurnout, professionalpt_BR
dc.subject.keywordotherMental disorderspt_BR
dc.subject.keywordotherNursing, teampt_BR
dc.subject.keywordotherIntensive care unitspt_BR
dc.subject.keywordotherWorking environmentpt_BR
dc.subject.keywordotherOccupational healthpt_BR
dc.description.abstractotherPsychosocial aspects refer to elements of the organizational environment that are influenced individual differences to be experienced by workers, are related to macro historical, social context of each person. Stress is a key element related to psychosocial aspects. The study aimed to analyze the prevalence of BS, according to the psychosocial, socio-demographic and organization of intensive care nursing. Sectional study of 130 professionals, applying selfadministered questionnaire containing: a short version of the Job Stress Scale - for measuring stress; Maslach Burnout Inventory - to measure burnout syndrome; and Self Reporting Questionnaire - to measure common mental disorders. Univariate and bivariate analyzes were performed, according to Karasek model, with 5% significance level. In the first article, was identified that burnout is related to organizational factors, personal, individual and inherent to the profession. The repercussions involve the physical spheres, psychological, emotional, organizational and family. In the second article, it talked-about the size of stress where: 30.8% were in high demand; 24.6% in active work; 20.8% in passive job and 23.8% in low demand. Social support revealed that 53.1% of workers were below the median, those in active work were above this value (p = 0.027). The prevalence of SB was 55.3%, and 72.5% were in high demand (p = 0.006). The CMD prevalence was 27.7%. Factors such as ICU stressors were: workload; professional interpersonal relationships; relationship with the leadership and staff deficit. In the third article, it was observed that 80.6% of the prevalence of CMD were associated with BS (<0.0001). After multivariate analysis, protective character was found to SB in the intermediate dimensions of stress: active work OR = 0.26 (95% CI = 0.09 to 0.69) and passive job OR = 0.22 (95% CI = 0.07-0.63), with model adjusted for sex, age, education, weekly working hours, income, and thought at work during the clearances. In the fourth article, reflected the political, institutional and quality of life should receive attention, since stress is something that transcends the individual aspect and has great impact on the quality of service in the institution and society. The construction of a national network of trading with the unions, councils and federal government; the implementation of participatory management, and mapping problems and possible solutions are actions that depart from the general to take effect on each ICU worker. Reflection brings up the challenge of facing the care for human beings, to disregard it as well to capital in developing countries with neoliberal system. The organization of work in ICU favors the stress of high demand and, consequently, demonstrates significant prevalence of CMD and BS.pt_BR
dc.identifier.vinculationProfessorpt_BR
dc.degree.grantorFundação Oswaldo Cruzpt_BR
dc.degree.departmentEscola Nacional de Saúde Pública Sergio Aroucapt_BR
dc.degree.programDoutorado em Ciências na área de Saúde Públicapt_BR
dc.degree.date2015-03-03-
dc.degree.localRio de Janeiro, RJpt_BR
dc.publisher.departmentNiteróipt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8243099229156246pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5127688686676224pt_BR
dc.contributor.membersLatteshttp://lattes.cnpq.br/8580652316964278pt_BR
dc.contributor.membersLatteshttp://lattes.cnpq.br/2282552925139090pt_BR
dc.contributor.membersLatteshttp://lattes.cnpq.br/2011096265161174pt_BR
dc.contributor.membersLatteshttp://lattes.cnpq.br/0942554454570321pt_BR
dc.description.physical151f.pt_BR
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