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Title: DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA: CARACTERÍSTICAS CLÍNICO-LABORATORIAIS, HISTOPATOLÓGICAS E SEU ESTUDO EM MODELOS ANIMAIS
Authors: PEREZ, PEDRO LEONARDO VENTURINO
metadata.dc.contributor.advisor: Bottino, Caroline Fernandes dos Santos
metadata.dc.contributor.advisorco: Almeida, Elan Cardozo Paes de
metadata.dc.contributor.members: Almeida, Elan Cardozo Paes de
Macedo, Francine dos Santos
Bargut, Thereza Cristina Lonzetti
Issue Date: 20-Dec-2019
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: Venturino, Pedro Leonardo Perez de. Doença hepática gordurosa não alcoólica: características clínico-laboratoriais e seu estudo em modelos animais. 2019. 77f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Saúde de Nova Friburgo, 2019.
Abstract: A doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) é uma condição metabólica comum, a qual ocorre em indivíduos que não apresentam ingestão etílica significativa. A DHGNA tem sido associada a fatores de risco cardiovascular presentes na síndrome metabólica, tal como a obesidade e o aumento de triglicerídeos (TG), além das dislipidemias, diabetes mellitus e alguns agentes químicos. A DHGNA é caracterizada pelo acúmulo de TG no fígado, podendo evoluir para esteato-hepatite não alcoólica (EHNA), forma inflamatória da DHGNA, que por sua vez pode evoluir para a fibrose avançada, cirrose hepática e hepatocarcinoma. Estudos epidemiológicos apontam que a DHGNA é considerada uma das formas mais comuns de esteatose hepática no mundo ocidental, sobretudo em consonância aos aumentos de incidência e prevalência da obesidade visceral. Dessa forma, a DHGNA é um problema de saúde pública de alta relevância epidemiológica. Diversos estudos vêm sido desenvolvidos com o fito de elucidar mais claramente sua etiologia, mecanismos fisiopatológicos, métodos de diagnóstico, prevenção, tratamento e modelos animais que mimetizam a doença. Assim, o presente estudo pretende revisar a literatura no que concerne as evidências científicas sobre a DHGNA, com relação as suas características clínico-laboratoriais, histopatológicas e seu estudo em modelos de experimentação animal em roedores. Os métodos de diagnóstico (invasivo e não-invasivo) na doença humana revelaram-se mais eficazes com o agravo da doença, havendo discussão na literatura quanto ao diagnóstico histopatológico da forma inflamatória da doença (EHNA). Já os modelos animais são mediados por várias dietas e/ou modelos genéticos aplicados em roedores na tentativa de induzir esteatose e seus consequentes agravos clínicos. Contudo, nenhum desses modelos consegue reproduzir integralmente a complexidade da DHGNA em humanos. Portanto, mais estudos são necessários para a compreensão da patogênese da doença, seus agravos clínicos e métodos de diagnóstico mais eficazes para a sua prevenção clínica.
metadata.dc.description.abstractother: Non-alcoholic fatty liver disease (NAFLD) is a common metabolic condition that occurs in individuals who do not have significant ethyl intake. NAFLD has been associated with cardiovascular risk factors present in metabolic syndrome (such as obesity and increased triglycerides [TG]), dyslipidemia, diabetes mellitus, and some chemical agents. NAFLD is characterized by the accumulation of TG in the liver, which may progress to non-alcoholic steatohepatitis (NASH) (inflammatory form of NAFLD), which in turn may progress to advanced fibrosis, liver cirrhosis and hepatocarcinoma. Epidemiological studies indicate that NAFLD is considered one of the most common forms of hepatic steatosis in the western world, especially in line with the increased incidence and prevalence of visceral obesity. Thus, NAFLD is a public health problem of high epidemiological relevance. Several studies have been developed in order to clarify more clearly its etiology, pathophysiological mechanisms, diagnostic methods, prevention, treatment and animal models that mimic the disease. Thus, the present study aims to review the literature regarding the scientific evidence on NAFLD, regarding its clinical-laboratory, histopathological characteristics and its study in rodent animal experimentation models. Diagnostic methods (invasive and noninvasive) in human disease proved to be more effective with the disease worsening, and there is discussion in the literature regarding the histopathological diagnosis of inflammatory disease (NASH). Animal models are mediated by various rodent diets or by genetic models in an attempt to induce steatosis and its consequent clinical problems. However, none of these models can fully reproduce the complexity of NAFLD in humans. Therefore, further studies are needed to understand the pathogenesis of the disease, its clinical problems and more effective diagnostic methods for its clinical prevention.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/12674
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