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Title: ACESSIBILIDADE Á ATENÇÃO EM SAÚDE BUCAL DE PACIENTES COM DEFICIENCIA INTELECTUAL
Authors: ALVES, FRANCIELLE RIBEIRO
metadata.dc.contributor.advisor: Assaf, Andréa Videira
metadata.dc.contributor.advisorco: Silveira, Flávia Maia
metadata.dc.contributor.members: Assaf, Andréa Videira
Valente, Maria Isabel
Ditterich, Rafael Gomes
Issue Date: 2017
Abstract: Os objetivos desses estudos foram: a- avaliar a influência de variáveis clínicas e sociais na acessibilidade à saúde bucal de pessoas com deficiência intelectual (DI); b- avaliar o acesso e identificar as barreiras ao cuidado em saúde bucal, de pessoas com deficiência intelectual, sob a perspectiva dos cuidadores; c- avaliar o panorama brasileiro sobre o acesso em saúde bucal de pessoas com deficiência, apontando possíveis fatores influenciadores deste. O estudo inclui dois artigos de estudos transversais, sendo um quantitativo e outro qualitativo e uma revisão narrativa da literatura. ARTIGO 1 – Metodologia: Pesquisa bibliográfica, o qual consistiu no levantamento e análise do que já foi produzido sobre o assunto. Foi criada uma lista de artigos incluídos no estudo. A partir do levantamento bibliográfico, ocorreu a coleta e análise de informações contidas na bibliografia selecionada: Resultados: Existem fatores relacionados à baixa acessibilidade, relacionados às deficiências do sistema de saúde, como a falta de recursos humanos e serviços apropriados para o cuidado em saúde bucal dos mesmos. Conclusão: Conhecer o perfil epidemiológico dessa população, entender as condições de acesso e identificar as barreiras ao tratamento odontológico se fazem necessários, porém, há um longo caminho a se percorrer até que a oferta de ações e serviços de saúde sejam compatíveis com as necessidades de saúde dos usuários. ARTIGO 2 - Metodologia: Uma amostra não probabilística de indivíduos de 11 a 29 anos de idade, proveniente de instituições não governamentais foi utilizada. Primeiramente, entrevistas semiestruturadas com cada responsável pelos indivíduos foram conduzidas, a fim de se pesquisar os determinantes sociais relacionados ao acesso. Em seguida, avaliações epidemiológicas, por examinador previamente calibrado, foram realizadas para o diagnóstico de diferentes agravos bucais, segundo critérios da Organização Mundial de Saúde (OMS). Os dados foram submetidos à análise bivariada e multivariada para se testar a associação de variáveis independentes com a variável dependente última consulta à serviços de saúde bucal. Resultados: Na análise múltipla, os indivíduos com menor CPO-D (OR=3,13; p=0,0053), com necessidade de tratamento (OR=3,41; p=0,0784), em que o motivo da visita ao dentista foi para dor/tratamento (OR=2,06; p=0,0752) e com menos aglomeração na casa (OR=2,33; p=0,0347) apresentaram mais chance do tempo da última consulta ter sido acima de 1 ano. Conclusão: Variáveis clínicas e sociais podem influenciar o acesso de pessoas com DI à atenção em saúde bucal. ARTIGO 3 - Metodologia : Uma amostra aleatória composta por 55 cuidadores de pessoas com DI e um roteiro de entrevista com abordagem qualitativa foi aplicado, a fim de se aprofundar o entendimento deste grupo sobre o acesso aos serviços de saúde bucal. A análise qualitativa foi realizada por meio da Técnica do Discurso do Sujeito Coletivo. Resultados: existem barreiras para o acesso e atenção em saúde bucal aos pacientes com deficiência. Além disso, a atenção à saúde dentro de uma prática pouco integralizada e fracamente embasada na promoção da saúde são outros fatores que comprometem o acesso de pessoas com DI. Conclusão: Apesar dos avanços, o paciente com DI ainda vem enfrentando barreiras relacionadas à acessibilidade.
metadata.dc.description.abstractother: The present study aims to: firstly, evaluate the influence of clinical and social variables in oral care accessibility of individuals presenting intellectual disabilities; secondly, evaluate the service in its every stage and identify the obstacles that stand between the patient and the treatment received, from a caretaker‟s standpoint; lastly, this study aims to assess the Brazilian panorama in the access of oral care for intellectually disabled individuals pointing out possible influencing factors. This piece of research includes a quantitative and a qualitative study, as well as a narrative revision of the available literature. FIRST ARTICLE – The methodology employed to this piece of research was a random sampling. The individuals in the study take part in nongovernmental organisation‟s activities. First, a semi structured interview was conducted with the caretakers with the intention of identifying determining socials factors to their access to oral treatment or lack of thereof. Then, epidemiologic evaluations were carried out by trained professionals in accordance to the World Health Organization specifications. The data obtained underwent a process that consisted of multiple analytical techniques to experiment its association with the variable last appointment with an oral health care specialist. The numbers showed that most patients amongst the group that had been admitted at the Practice had pain as their major complaint. In comparison to other groups, these were also shown to have the least amount of appointments with dentists – usually less than one a year. Conclusion: varying clinical and social factors can influence access to adequate oral care to intellectually disabled individuals. ARTICLE 2 – An interview was conducted with a group of 55 random caretakers to evaluate their understanding of standard access to oral healthcare to the mentally disabled community resulting in them stating that “there are obstacles standing between the targeted group and their access to adequate oral care”. Furthermore, the „damage control‟ approach taken by dentists in general, treating diseases as they appear, for being the easy route, when it comes to treating mentally challenged individuals rather stands in the way of the promotion of actual oral health. ARTICLE 3 – A careful revision of the available literature was carried out and a list of articles included in the present study. The analysis allowed the conclusion that the obstacles standing between adequate oral care and mentally disabled individuals include deficiencies in Unified National Health System (SUS) such as lack of qualified professionals willing to work with the aforementioned group as well as lack of understanding of the group‟s behaviour. Conclusion: knowing the epidemiologic profile of this population as well as understanding the peculiarities in behaviour they show in the Practice environment is key to improving their access to adequate oral treatment.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/12683
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