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Title: AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO CLÍNICO DE RESTAURAÇÕES REALIZADAS COM UMA RESINA DO TIPO BULK-FILL, ASSOCIADO A UM ADESIVO UNIVERSAL, COM DIFERENTES PROTOCOLOS ADESIVOS
Authors: PEREIRA, CHANE TARDEM
metadata.dc.contributor.advisor: Barceleiro, Marcos de Oliveira
metadata.dc.contributor.advisorco: Calazans, Fernanda Signorelli
metadata.dc.contributor.members: BARCELEIRO, MARCOS DE OLIVEIRA
CAVALCANTI, LARISSA ASSAD
ALENCAR, SILVIA MARIA
Issue Date: 2019
Abstract: O primeiro objetivo deste estudo clínico, randomizado, duplo cego foi comparar o tempo clínico necessário para realizar restaurações posteriores utilizando um sistema adesivo autocondicionante do tipo universal (Single Bond Universal, 3M), no modo autocondicionante em dentina, com ou sem condicionamento seletivo de esmalte, em conjunto com uma resina composta convencional na técnica incremental (Z350 XT, 3M) ou com uma resina composta de baixa contração de polimerização (regular) na técnica de incremento único (Filtek Bulk-Fill, 3M), apresentada de duas formas distintas, em seringa e em cápsula. O segundo objetivo foi comparar a sensibilidade pós-operatória até 7 dias após a realização destas restaurações. E o terceiro foi acompanhar por 6 meses o comportamento clínico destas restaurações. Um total de 295 restaurações posteriores classe I ou II foram distribuídas nos seguintes grupos: SETB–sistema adesivo autocondicionante/resina bulk-fill seringa–técnica de incremento único; SETI–sistema adesivo autocondicionante/resina convencional–técnica incremental; SETC–sistema adesivo autocondicionante/resina bulk-fill cápsula-técnica de incremento único; SEEB–sistema adesivo com condicionamento seletivo de esmalte/resina bulk-fill seringa–técnica de incremento único; SEEI–sistema adesivo com condicionamento seletivo de esmalte/resina convencional–técnica incremental; e SEEC–sistema adesivo com condicionamento seletivo de esmalte/resina bulk-fill cápsula–técnica de incremento único. Todos os procedimentos restauradores foram realizados conforme instruções do fabricante. O tempo clínico (s/mm3) necessário para a realização de todas as restaurações (dos procedimentos adesivos até acabamento e polimento final) foi calculado. A sensibilidade pós-operatória foi avaliada empregando duas escalas (Escala de Escores Numérico e Escala Visual Analógica). Os resultados, analisados através do teste Qui-Quadrado de Wald, mostraram diferenças estatísticas entre os grupos (p<0,001), indicando que a estratégia restauradora interferiu diretamente no tempo gasto na restauração. O mais lento foi o SEEI, seguido do SETI, SEEB, SETI, SETC e SEEC (mais rápido). Também houve diferença estatística quando avaliou-se apenas o tipo de resina (ordem decrescente do tempo: resina convencional > bulk-fill seringa > bulk-fill cápsula). A análise estatística do tipo GEE (generalized estimating equation), realizada para avaliar a sensibilidade pós-operatória, mostrou que nem a técnica restauradora e nem a estratégia adesiva afetaram o risco de sensibilidade pós-operatória (0,59 [0,18–2,01]), a intensidade ou a incidência de sensibilidade pós-operatória espontânea. Em relação ao comportamento das restaurações nos primeiros 6 meses, avaliadas segundo os critérios da FDI, o resultado foi similar entre os grupos. A ocorrência de alterações neste período foi baixa e com escore bravo, não sendo possível a aplicação de nenhum teste estatístico. Por este motivo, utilizou-se uma estatística descritiva, onde foram encontrados 9% de escores bravo em restaurações realizadas com resina bulk-fill e 8,1% com resina convencional. Desta maneira, foi possível concluir primeiramente que o uso simultâneo do adesivo universal no modo autocondicionante com resina bulk-fill consumiu menos tempo clínico, sem aumento do risco ou da intensidade de sensibilidade pós-operatória e que durante um período de acompanhamento de 6 meses, os dois tipos de resina possuem o mesmo comportamento. Com estes resultados, pode-se dizer que as resinas bulk-fill podem ser um bom substituto para as resinas convencionais.
metadata.dc.description.abstractother: The first objective of this double-blind randomized clinical trial was to compare the clinical times for posterior restoration procedures that use a universal adhesive system (Scotchbond Universal adhesive – 3M), applied via a self-etch mode in dentin and with or without selective enamel-etching technique, along with conventional composite using incremental technique (Filtek Z350XT – 3M) or with a low polymerization shrinkage composite (regular), using a bulk-fill technique (Filtek Bulk-Fill – 3M), presented in two different ways, syringes or capsules. The second objective was to compare the postoperative sensitivity up to 7 days after these restorations. And the third objective was to evaluate the 6-month follow-up the of these restorations. A total of 295 class I or II posterior restorations were placed according to the following classifications: SETB–adhesive system self-etch/resin bulk-fill in syringe–bulk technique; SETI–adhesive system self-etch/conventional resin–incremental technique; SETC–adhesive system self-etch/resin bulk-fill in capsule–bulk technique; SEEB–adhesive system with selective enamel-etching/resin bulk-fill in syringe–bulk technique; SEEI–adhesive system with selective enamel-etching/conventional resin–incremental technique; SEEC–adhesive system with selective enamel-etching/resin bulk-fill in capsule–bulk technique. All the restoration procedures were performed according to the manufacturer’s instructions. The clinical time (s/mm3) needed to performed all restorations (from adhesive system application until after finishing and polishing) were calculated. Postoperative sensitivity was evaluated using two scales (Numeric Rating Scale and Visual Analogue Scale). Mean clinical time results, treated by Wald’s Chi-square, showed significant statistical differences among all groups (p<0.001), indicating that the restorative strategy affected the time required for the restoration. The slower was SEEI, followed by SETI, SEEB, SETI, SETC and SEEC (faster) groups. It was also observed statistical difference when resin type was evaluated (decrescent order: conventional resin > bulk-fill in syringe > bulk-fill in capsule). A generalized estimating equation model statistical analysis, performed to compare postoperative sensitivity, showed that neither the restorative technique nor the adhesive strategy affected the overall risk of postoperative sensitivity (0.59 [0.18–2.01]), nor the incidence or the intensity of spontaneous postoperative sensitivity. Regarding the restorations quality, during de first 6 months, using the FDI criteria, the result was similar among the groups. The occurrence of changes in this period was low, and with clinically acceptable scores. Due to the low number of alterations, it was not possible to apply any statistical test. Because of this, a descriptive statistic was used, where 9% of bravo scores were found in restorations performed with bulk-fill resin and 8.1% of bravo scores were found in restorations with conventional resin. In this way, it was possible to conclude that simultaneous use of universal adhesive in self-etching mode with bulk-fill resin consumed less clinical time without increasing the risk or the intensity of postoperative sensitivity, and that during the 6-month follow-up, the two types of composites have the same behavior. With these results, it could be said that the bulk-fill composite resin was a good substitute for the conventional resin.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/12692
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