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Title: Direito e linguagem: o monopólio do saber traduzido no “juridiquês”
Authors: Reis, Paula Xavier
metadata.dc.contributor.advisor: Duarte, Fernanda
metadata.dc.contributor.members: Iorio Filho, Rafael Mario
Silva, Ronaldo Lucas da
Issue Date: 2018
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: REIS, Paula Xavier. Direito e linguagem: o monopólio do saber traduzido no “juridiquês”. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2018.
Abstract: Através do presente trabalho se pretende analisar a como a linguagem pode afetar o acesso a Justiça, no seu sentido lato sensu, ou seja, o acesso à justiça não só como prestação jurisdicional, mas também como uma justiça eficaz, acessível a todos. Dessa forma, o presente trabalho pretende confirmar a premissa de que o “juridiquês” – termo que foi criado para como os advogados se expressam no exercício da função, que é basicamente eloquente –segrega e desfavorece a ampla compreensão jurídica daqueles que não são profissionais da área. Pretende-se demonstrar ainda, que o grupo de pessoas que enfrentam tal dificuldade não se limita apenas a pessoas analfabetas, com baixo grau de escolaridade ou aquelas que possuem alguma deficiência cognitiva, mas também as que são formadas em outras áreas do conhecimento, com títulos renomados, alfabetizadas na normal culta padrão exigida. Tais conclusões do trabalho são embasadas em pesquisa exploratória de opinião, formulada através da plataforma google forms. Ainda nessa ideia, através de uma análise histórica, pretende-se situar onde as faculdades de direito surgiram, quem eram os alunos, como essa aprendizagem os influenciou como profissionais em formação e quem são os nossos juristas. Por fim, são analisados os casos concretos, primeiro o caso inglês e depois de magistrados que já atuam para combater o “juridiquês” no Brasil.
metadata.dc.description.abstractother: The present work intends to analyze how language can affect access to justice, in its broad sense, that is, access to justice not only as a jurisdictional provision, but also as an effective justice, accessible to all. In this way, the present work intends to confirm the premise that the "Legalese" - a term that was created for how lawyers express themselves in the exercise of the function, which is basically eloquent - segregates and disfavors the broad juridical comprehension of those who are not professionals of the area. It is also intended to demonstrate that the group of people facing this difficulty is not limited only to illiterate people with low educational level or those who have some cognitive deficiency, but also those that are formed in other areas of knowledge, with titles renowned, literate in the normal cultured standard required. These conclusions of the work are based on exploratory opinionresearch, formulated through the platform google forms. Still in this idea, through a historical analysis, it is intended to locate where the law faculties arose, who were the students, how this learning influenced them as professionals in formation and who are our jurists. Finally, concrete cases are analyzed, first the English case and then magistrates who already act to fight the " Legalese" in Brazil.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/12962
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