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dc.contributor.advisorRibeiro, Gladys Sabina-
dc.contributor.authorPereira, Aline Pinto-
dc.date.accessioned2020-03-20T13:56:48Z-
dc.date.available2020-03-20T13:56:48Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/13123-
dc.description.abstractA pesquisa investiga as repercussões da Guerra da Cisplatina no cenário político brasileiro, recuperando os debates travados no Parlamento, quando em foco a extensão da soberania do governante, os fundamentos da legitimidade do Estado e, consequentemente, o equilíbrio de poderes do Brasil Imperial. Para tanto, temos como cenário os anos turbulentos do Primeiro Reinado. Pretendemos pensar a soberania a partir de uma análise sobre o papel do Imperador e a natureza da instituição parlamentar, sustentando que uma das implicações da contenda no Prata foi trazer a noção de representação para o cerne dos debates na Assembleia Geral, que promoveu intensa discussão sobre os poderes do Império. Interessa-nos demonstrar o recrudescimento da crítica a D. Pedro e os duros embates entre os poderes no Brasil, principalmente após 1827, quando em tela a discussão sobre o artigo 102 da Constituição de 1824, que resguardava as prerrogativas políticas do Executivo. Não à toa, os parlamentares questionavam os termos do referido artigo, que, dentre outras atribuições, garantia ao Imperador o direito de fazer a guerra, declarar a paz e firmar acordos. A principal critica dos tribunos era a de que esses tratados chegavam ‘prontos’ e que eles pouco podiam contribuir quanto aos acordos de paz, evidenciando como, de fato, o que se reivindicava era uma maior inserção na vida pública, pois, a soberania não mais era um atributo exclusivo do Imperador e sim um direito da representação da Nação que se forjava.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Biblioteca Central do Gragoatá Digital (digital.bcg.sdc@id.uff.br) on 2020-03-20T13:56:48Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) A monarquia constitucional representativa e o locus da soberania no Primeiro Reinado_ Executivo versus Legislativo no contexto da Guerra da Cisplatina e da formação do Estado no Brasil.pdf: 2065852 bytes, checksum: 0fce3b5aa893696db9785d8243c0382d (MD5)en
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dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsopenAccess*
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.titleA monarquia constitucional representativa e o locus da soberania no Primeiro Reinado : executivo versus legislativo no contexto da Guerra da Cisplatina e da formação do estado no Brasilpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.membersMachado, Humberto Fernandes-
dc.contributor.membersNeves, Lúcia Maria Bastos Pereira das-
dc.contributor.membersFerreras, Norberto Osvaldo-
dc.contributor.membersBarbosa, Silvana Mota-
dc.degree.leveldoutoradopt_BR
dc.subject.descriptorPrimeiro Reinado, 1822-1831pt_BR
dc.subject.descriptorGuerra da Cisplatina, 1825-1828pt_BR
dc.subject.descriptorSoberaniapt_BR
dc.subject.descriptorRepresentaçãopt_BR
dc.subject.descriptorPoder executivopt_BR
dc.subject.descriptorPoder legislativopt_BR
dc.description.abstractotherCette recherche se constitue d’investigations sur les repercussions de la Guerre de Cisplatine dans le décor politique brésilien, en répérant les débats accomplis au Parlement, quand l’expansion de la souveraineté du gouvernant, les fondements de la légitimité de l’Etat et par conséquent l’équilibre des pouvoirs du Brésil sous l’Empire sont en évidence. Pour autant, nous avons les années turbulentes du Premier Règne comme décor. Nous voulons discuter la légitimité et la souveraineté, à partir d’une analyse du rôle de l’Empereur et de la nature de l’institution parlementaire, en soutenant que l’une des conséquences de la dispute au rio de la Plata a été le fait d’apporter la notion de souveraineté au coeur des débats à l’Assemblée Générale, qui promu une discussion intense sur le rôle de l’Empereur et par conséquent sur le “lieu” que la souveraineté devrait occuper dans la politique brésilienne. Ce qui nous intéresse, c’est démontrer la recrudescence de la critique à D. Pedro et les disputes au sein des pouvoirs au Brésil, surtout après 1827, au moment de la discussion sur l’article 102 de la Constitution de 1824 qui protégeait les prérogatives politiques de l’Executif. Ce n’est pas par hasard que les parlementaires mettaient en question les termes de l’article cité qui garantissait à l’Empereur, entre autres, le droit de faire la guerre, déclarer la paix et établir des accords. La critique principale des parlementaires concernait ces traités qui arrivaient tout ‘prêts’ et qui contribuaient très peu aux accords de paix, en mettant en évidence qu’en effet ce qu’on revendiquait c’était une plus grande insertion dans la vie publique, car la souveraineté n’était plus une attribut exclusif de l’Empereur mais un droit de/à la représentation de la Nation qui était en train d’être forgée.pt_BR
dc.identifier.vinculationAluno de doutoradopt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.degree.departmentInstituto de Ciências Humanas e Filosofiapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.degree.date2012-
dc.degree.localNiterói, RJpt_BR
dc.publisher.departmentNiteróipt_BR
dc.description.physical302fpt_BR
Appears in Collections:PPGH - Teses - Niterói



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