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Title: A popularização do capitalismo flexível no Brasil: um estudo sobre a Universidade da correria
Authors: Marins, Maria Raquel da Rocha
metadata.dc.contributor.advisor: Monteiro, Cristiano Fonseca
metadata.dc.contributor.members: Ramos, Jair de Souza
Rabossi, Fernando
Issue Date: 2019
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: A presente pesquisa analisa as postagens da Universidade da Correria em seus perfis do Facebook e do Instagram com o objetivo de verificar de que maneira esses atores sociais dialogam, se comportam e se engajam diante dessa ideologia neoliberal que se apresenta a partir da cultura empreendedora. A hipótese é a de que houve popularização do capitalismo flexível. No ano de 2013 foi criada a Universidade da Correria, cujo objetivo é estimular os jovens da periferia a criarem e gerirem o seu próprio negócio. O idealizador do projeto, Anderson França, define o empreendedorismo como um ato de resistência. Por outro lado, percebemos, por meio desse movimento, que se coloca como uma alternativa que não exige um nível superior, não tem carteira assinada, como uma forma de engajar os indivíduos nesse novo capitalismo, o flexível. Esse novo capitalismo apresenta uma nova cultura e dissemina as práticas neoliberais, popularizando essas práticas e culminando em uma nova forma dos indivíduos enxergarem o empreendedorismo, que vai além da vocação ou necessidade, passando a ser uma visão de mundo, os transformando em sujeitos empresariais.
metadata.dc.description.abstractother: This research analyzes the University of Correria's posts in their Facebook and Instagram profiles in order to verify how these social actors dialogue, behave and engage in the face of this neoliberal ideology that emerges from the entrepreneurial culture. The hypothesis is that flexible capitalism was popularized. In 2013, the University of Correria was created, whose objective is to encourage young people from the periphery to create and run their own business. The project's creator, Anderson França, defines entrepreneurship as an act of resistance. On the other hand, we realize, through this movement, that it stands as an alternative that does not require a higher level, has no signed portfolio, as a way to engage individuals in this new capitalism, the flexible. This new capitalism introduces a new culture and disseminates neoliberal practices, popularizing these practices and culminating in a new way for individuals to see entrepreneurship, which goes beyond vocation or need, becoming a worldview, transforming them into business subjects.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/13385
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