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Title: Análise exploratória do número de casos de febre amarela no Estado de Minas Gerais nos anos de 2015 a 2017
Authors: Ferreira, Thays de Mattos Molina Napoleão
metadata.dc.contributor.advisor: Fonseca, Ana Beatriz Monteiro
metadata.dc.contributor.members: Fonseca, Ana Beatriz Monteiro
Jacobson, Ludmilla da Silva Viana
Velarde, Luis Guillermo Coca
Issue Date: 2018
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: FERREIRA, Thays de Mattos Molina Napoleão. Análise exploratória do número de casos de febre amarela no Estado de Minas Gerais nos anos de 2015 a 2017. 2018. 76f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação de Estatística) - Instituto de Matemática e Estatística, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2018
Abstract: Febre amarela, surgiu na África Central, é uma infecção viral grave, semelhante à gripe, transmitida normalmente pelo mosquito \textit{Aedes aegypti}. Existem dois ciclos epidemiológicos de transmissão distintos, silvestre(FAS) e urbano(FAU). A febre amarela silvestre e a urbana diferenciam-se através do mosquito transmissor, forma e local de sua ocorrência. Com o decorrer dos anos a febre amarela esteve presente na história do Brasil, assim como em 2017 no estado de Minas Gerais. Em novembro de 2015, dia 5, o município de Mariana, em Minas Gerais foi atingido com resíduos de lama após a queda da Barragem do Fundão, da mineradora Samarco contaminando o Rio Doce, um dos principais rios do estado. Biólogos estudam a relação do surto de febre amarela com a queda da Barragem do Fundão, pois detectaram casos de indivíduos com sintomas da febre amarela na região próxima ao Rio Doce, local onde a barragem foi rompida. O objetivo desse trabalho foi investigar a distribuição geográfica dos casos de Febre Amarela nos municípios atingidos pela lama da Barragem do Fundão nos Estado de Minas Gerais durante os anos de 2015 a 2017, utilizando métodos de Estatística Espacial. Foram usados quatro modelos e através da comparação de seu ajuste pelo critério AIC, não foi possível escolher o modelo, visto que o MLG Poisson não estava na mesma escala. Após colocar todos os modelos em uma mesma escala, foi usado o EQM para para a escolha do modelo. O modelo que apresentou menor EQM, foi o MLG Poisson. Na análise dos resíduos, o teste de significância aceita a hipótese de independência espacial. As variáveis explicativas não foram o suficiente para analisar se existe relações da tragédia com o aumento dos casos de Febre Amarela.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/13678
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