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Title: A evolução do risco associado às ações PBR via modelo de regressão quantílica
Authors: Pontes, Luisa Santoro Teixeira
metadata.dc.contributor.advisor: Santos, Wilson Calmon Almeida dos
metadata.dc.contributor.members: Santos, Wilson Calmon Almeida dos
Demarqui, Fabio Nogueira
Gomes, Eduardo Ferioli
Issue Date: 2017
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: PONTES, Luisa Santoro Teixeira. A evolução do risco associado às ações PBR via modelo de regressão quantílica. 2017. 59f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação de Estatística) - Instituto de Matemática e Estatística, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2017
Abstract: As ações da PETROBRAS [negociadas tanto no exterior quanto na bolsa de valores de São Paulo] vêm decaindo de maneira contínua desde 2009. Já em 2014, a divulgação dos esquemas de corrupção da Operação Lava-Jato foi associada à queda de valor expressivo da empresa. No entanto, como as ações vêm se desvalorizando desde antes da "crise política" que atingiu os brasileiros na transição entre o primeiro e o segundo mandato da presidenta Dilma, outros fatores poderiam justificar esses números, como por exemplo a crise econômica e financeira internacional de 2008, e a consequente queda do preço internacional do barril do petróleo. Já em tempos mais recentes, as ações têm tido um comportamento mais volátil, o que poderia ser associado ao aumento do risco de se investir na companhia. No presente trabalho, empregamos o modelo de regressão quantilica, tal como proposto em Engle and Manganelli, 2004 [1], a fim de analisar a evolução do risco associado à ação da Petrobras [PBR], usando para isto a medida Valor em Risco [VaR - Value at Risk], firmada no Segundo Acordo de Basiléia, e verificar se, de fato, houve um aumento do risco a partir do momento em que foram divulgados os escândalos de corrupção envolvendo membros da empresa. Comparamos também o VaR estimado em diferentes modelos do tipo CAViaR. O melhor modelo CAViaR que ajustou-se aos dados, tanto da variável PBR, quanto das outras escolhidas para comparações, foi o SAV. O modelo ADP se mostrou menos adaptativo na maioria dos casos. Verificou-se que o risco da ação PBR se tornou substancialmente maior do que o de outras companhias do setor no mundo ou mesmo do que o de empresas que possuem ações na bolsa de São Paulo ou nos Estados Unidos, o que pode ser um efeito da exposição negativa da imagem da companhia na midia por conta da operação Lava-Jato.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/13791
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