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Title: "É você mesmo?": hostilidade, cordialidade e estigma racial em ambiente acadêmico
Authors: Carvalho, Thayna de Araújo
metadata.dc.contributor.advisor: Freire, Jussara
metadata.dc.contributor.members: Freire, Jussara
Mouzinho, Gláucia Maria Pontes
Silva, Leonardo Vieira
Issue Date: 2018
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: CARVALHO, Thayna de Araujo. "É você mesmo?": hostilidade, cordialidade e estigma racial em ambiente acadêmico. 2018. 45 f. Trabalho final de curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional, Campos dos Goytacazes, 2018.
Abstract: As universidades brasileiras foram construídas por e para pessoas brancas. Nas duas últimas décadas, houve um relativo crescimento de um público universitário negro. Nesta monografia, procuro descrever as formas de hostilidade do ambiente acadêmico com os negros, e ainda, como podem se reforçar nele um conjunto de estigmas raciais. Partindo de uma etnografia retrospectiva das experiências de (des)qualificações que sofri na universidade, que coloco em diálogo com os relatos que levantei de outros alunos negros universitários, analiso o lugar e papel do Coletivo Negro Mercedes Baptista, além do engajamento de seus integrantes. Este coletivo se apresenta como um dispositivo de transformação do ambiente acadêmico, bem como de denúncia de práticas racistas e de relações de poder abusivas que ordenam este espaço. Enfim, descrevo como seus integrantes promovem um conjunto de atividades cujo objetivo é de transformar os modos e conteúdos de produção de conhecimento por meio da valorização de diferentes saberes.
metadata.dc.description.abstractother: The Brazilian universities were built by and for white people. In the last decade there has been a relative growth of black university students. In this monograph, I try to describe the hostility of the academic environment to black people and how racial stigmas can be reinforced. Starting from a retrospective ethnography of the experiences of (dis)qualifications that I suffered in the university, which I put in dialogue with the reports that I received from other black university students, I analyze the place and the role of the Black Collective Mercedes Baptista, besides the engagement of its members. This collective presents itself as a device to transform the academic environment, as well as to denounce racist practices and abusive power relations that organize this space. Finally, I describe how its members promote a set of activities whose goal is to transform the modes and contents of production of knowledge by valuing different backgrounds.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/14478
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