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Title: Determinantes da mobilidade social intergeracional no Brasil em 2014
Authors: Barcelos, Natália da Silva
metadata.dc.contributor.advisor: Moreira, Roni Barbosa
metadata.dc.contributor.members: Moreira, Roni Barbosa
Bastos, Patrícia de Melo Abrita
Santos, Vladimir Faria dos
Issue Date: 2019
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: BARCELOS, Natália da Silva. Determinantes da mobilidade social intergeracional no Brasil em 2014. 2019. 53 f. Trabalho final de curso (Bacharelado em Ciências Econômicas) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional, Campos dos Goytacazes, 2019.
Abstract: A partir de 2003, houve o crescimento da classe média brasileira, sendo resultado dos estímulos do governo na base da pirâmide social. A mobilidade social se apresenta como um indicador capaz de identificar como a estrutura social está organizada e os padrões dos movimentos sociais e, por meio da abordagem intergeracional, é possível mensurar de que forma a origem social do pai ou da mãe pode afetar os filhos. Pela literatura, o Brasil passa por um momento de mobilidade ascendente, contudo, esta mobilidade é concentrada nas classes que estão mais próximas socialmente. O objetivo deste trabalho é entender o que determina a mobilidade social intergeracional, analisando por meio do modelo de regressão multinomial logit quais variáveis afetam os movimentos sociais no ano de 2014, tanto entre pai e filho quanto entre mãe e filho. A tabela de mobilidade social é utilizada para verificar a distância percorrida entre os estratos sociais. Com isso, os resultados mostram que a classe social dos pais é um forte influenciador da posição social dos filhos, em que as classes mais baixas impulsionaram mais o movimento social ascendente, justamente por conta dos incentivos do governo direcionados para a base da pirâmide. No entanto, existem barreiras sociais que impedem que a mobilidade ascendente aconteça para os estratos mais distantes socialmente e que favorecem a reprodução dos estratos do topo da pirâmide, logo, os movimentos possuem mais fluidez nos estratos mais próximos. A educação também gera impacto positivo na mobilidade ascendente, se mostrando como a alternativa de longo prazo para reverter as barreiras sociais
metadata.dc.description.abstractother: From 2003 onwards, the Brazilian middle class grew, as a result of government stimulus at the base of the social pyramid. Social mobility presents itself as an indicator capable of identifying how the social structure is organized and the patterns of social movements and, through the intergenerational approach, it is possible to measure how the social origin of the parents can affect the children. According to the literature, Brazil is going through a moment of upward mobility, but, this mobility is of short distance. The objective of this paper is to understand what determines intergenerational social mobility by analyzing through the multinomial logistic regression model which variables affect social movements in 2014, both between father and son, and between mother and son. The social mobility table is used to verify the distance traveled between the social strata. As a result the results show that parents' social class is a strong influencer of their children's social position, where the lower classes more strongly propelled the upward social movement, precisely because of government incentives directed at the bottom of the pyramid. However, there are social barriers that prevent upward mobility from being long distance and favor the reproduction of the top layers of the pyramid, so movements are more fluid in the nearest strata. Education also has a positive impact on upward mobility, proving to be the long-term alternative to reversing social barriers.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/14514
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