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Title: A psicologia sócio-histórica, cotidiano e afetividade no enfrentamento do sofrimento ético-político
Authors: Henrique, Ádrivan Machado
metadata.dc.contributor.advisor: Oberg, Lurdes Perez
metadata.dc.contributor.members: Oberg, Lurdes Perez
Estácio Neto, Francisco
Issue Date: 2016
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: HENRIQUE, Ádrivan Machado. A psicologia sócio-histórica, cotidiano e afetividade no enfrentamento do sofrimento ético-político. 2016. 52 f. Trabalho final de curso (Bacharelado em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional, Campos dos Goytacazes, 2016.
Abstract: Este trabalho tenciona evidenciar um estudo teórico sobre a psicologia sócio-histórica, como possibilidade de entender nas tramas da cotidianidade a noção de afetividade no enfrentamento das injustiças sociais e do sofrimento ético-político. Por meio de pesquisa bibliográfica foram apresentados os autores que fizeram por desenvolver a psicologia sócio-histórica no Brasil, como Bock e outros. Concebe-se o homem como ser social e histórico através de uma exposição dos conceitos da psicologia sócio-histórica e do materialismo histórico dialético. A cotidianidade é evidenciada no pensamento de Heller, como tentativa de expor os aspectos dialéticos da vida em sociedade, permitindo reflexões que afirmam a assimilação da história na cotidianidade. Percebe-se, então, que o homem do cotidiano está imerso num complexo relacional em diversos aspectos, tais como, o caráter heterogêneo e hierárquico de seus vínculos e ações sobre o mundo. Num próximo momento, aborda-se os aspectos mais intensos das injustiças sociais, nomeando-os de sofrimento ético-político à luz de autores, como Sawaia e Gonçalves Filho. Através da noção de pobreza, exclusão social e humilhação social justificamos a psicologia sócio-histórica como meio de prover o interesse na afetividade, desestabilizadora da exclusão social. Conclui-se que é importante desenvolver nas políticas públicas o interesse pela dialética individual e social, fazendo valer a singularidade e afetividade como forma de potencializar o poder de ação dos homens em seus contextos.
metadata.dc.description.abstractother: This work was written with the intention of pointing out a theoretical study on sociohistorical psychology as a means to comprehend, within the everyday life relationships, the notion of affection while facing social injustice and the ethical-political suffering. Through bibliographical research, were presented authors who made possible the development of sociohistorial psychology in Brazil, such as Block and others. Man is conceived as a social and historical being, through the exposition of the concepts of sociohistorical psychology and historical and dialectical materialism. The everyday life is made evident, in the thinking of Heller, as an attempt to expose the dialectical aspects of life in society, allowing reflections that affirm the assimilation of history in the everyday life. One can see, then, that the daily man is immersed in a relational complex in many aspects, such as the heterogeneous and hierarchical character of his connections with his connections and actions on the world. Further, more intense aspects of social injustices are approached, named ethical-political suffering, under the light of authors such as Sawaia and Gonçalves Filho. Through the notion of poverty, social exclusion and social humiliation, sociohistorical psychology is justified as a means to provide interest in affection, which can destabilize social exclusion. We conclude that it is important to develop in public policies the interest for individual dialectics enforcing singularity and affection as a way to potentiate the power of action of men within their contexts.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/14668
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