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Title: As ficções do desassossego: um diálogo
Authors: Pinto, Carlos Henrique dos Santos
metadata.dc.contributor.advisor: Helena, Lucia
metadata.dc.contributor.members: Quelhas, Iza
Farinaccio, Pascoal
Dias, Ana Crélia
Jobim, José Luís
Issue Date: 2020
Abstract: Esta tese desenvolve uma leitura crítica/comparativa dos romances Barreira (Amilcar Bettega), Diário de um ano ruim (J. M. Coetzee) e Extinção (Thomas Bernhard) sob a perspectiva da metáfora-conceito das ficções do desassossego, cunhada por Lucia Helena. O objetivo foi articular esses romances a partir do desassossego, buscando identificar marcas da contemporaneidade, tanto no plano social quanto no nível individual (subjetivo) a fim de perceber como esse contexto possibilita a emergência de tal ficção. A inter-relação desses elementos foi percebida como um traço comum nas narrativas que compõe nosso corpus e, por isso, questionamos a possibilidade desse tipo de ficção se desenvolver especificamente no romance, por ser este um gênero aberto, a ponto de o identificarmos como o gênero do desassossego. Dessa forma Bakhtin e sua teoria da heterodiscursividade foram importantes na concretização dessa leitura que desenvolvemos. Este trabalho visa com isso explicitar marcas das ficções do desassossego na prosa contemporânea e sua emergência no gênero romance
metadata.dc.description.abstractother: This thesis develops a critical / comparative reading of the novels Barreira (Amilcar Bettega), Diary of a bad year (J. M. Coetzee) and Extinction (Thomas Bernhard) from the perspective of the concept metaphor of fictions of unrest, coined by Lucia Helena. The objective was to articulate these novels based on unrest, seeking to identify contemporary marks, both at the social level and at the individual (subjective) level in order to understand how this context allows the emergence of such fiction. The interrelation of these elements was perceived as a common feature in the narratives that make up our corpus and, therefore, we question the possibility of this type of fiction developing specifically in the novel, as this is an open genre, to the point of identifying it as the gender of unrest. Thus, Bakhtin and his theory of heterodiscursivity were important in the realization of this reading that we developed. This work aims to make explicit the fictional marks of unrest in contemporary prose and their emergence in the romance genre
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/14970
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