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Title: Proposta de manejo de medicamentos não padronizados trazidos por pacientes em um hospital público especializado em cardiologia do município do Rio de Janeiro
Authors: Freitas, Evani Leite de
metadata.dc.contributor.advisor: Elias, Sabrina Calil
metadata.dc.contributor.advisorco: Almeida, Flávia Valéria dos Santos
metadata.dc.contributor.members: Elias, Sabrina Calil
Almeida, Flávia Valéria dos Santos
Monteiro, Priscilla Garcia de Oliveira
Issue Date: 2017
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: Freitas, Evani Leite de. Proposta de manejo de medicamentos não padronizados trazidos por pacientes em um hospital público especializado em cardiologia do município do Rio de Janeiro. 2017. 63f. Monografia de Conclusão de Curso (Especialização em Farmácia Hospitalar) - Faculdade de Farmácia, Universidade Federal Fluminense, 2017.
Abstract: Em 2013, juntamente com a instituição do Programa Nacional de Segurança do Paciente, foi publicado o Protocolo de Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos, que cita como uma das medidas para promover a segurança no uso de medicamentos a garantia que o paciente receba os medicamentos corretos em todas as etapas dentro do sistema de saúde. Documentos da Joint Commission e de associações de farmacêuticos como a canadense recomendam a elaboração de rotinas claras e procedimentos a serem seguidos em relação ao manejo de medicamentos levados ao hospital pelos pacientes. O presente trabalho foi realizado em Instituto Federal especializado em Cardiologia, localizado na cidade do Rio de Janeiro, onde a conciliação medicamentosa é realizada por médicos, que por vezes prescrevem medicamentos não-padronizados. A partir desta prescrição, o Serviço de Farmácia avalia junto à Enfermagem se o paciente possui o medicamento ou se será necessária aquisição. Apesar desse cenário, não há definição objetiva das responsabilidades de guarda e manejo destes medicamentos. Portanto, o objetivo deste trabalho foi conhecer as condições de uso dos medicamentos não-padronizados próprios do paciente no local do estudo, além de propor condutas mais seguras para este manejo. Foram avaliadas prescrições de medicamentos não-padronizados emitidas entre 01 de maio e 30 de junho de 2016, e foram verificados setor de origem da prescrição, posse do medicamento, adequação ao uso e existência de não-conformidades. No período avaliado foram prescritos 61 medicamentos não-padronizados, predominantemente nas enfermarias de Doenças Coronarianas e de Doenças Orovalvares (26,2%, cada uma). Do total de prescrições, 79% foram motivadas por conciliação medicamentosa, e 95% dos itens prescritos puderam ser avaliados durante visita farmacêutica – todos dos quais aprovados para uso intra-hospitalar. Quanto à guarda dos medicamentos, 36% dos medicamentos disponíveis para avaliação estavam em posse da enfermagem. Ademais, quase 42% dos itens prescritos apresentaram algum tipo de não-conformidade. Os resultados corroboram a necessidade da criação do procedimento operacional padrão proposto neste trabalho para uniformização das condutas das equipes de saúde de todos os setores do hospital, assim como mostram ser necessária a incorporação do farmacêutico em atividade de gestão clínica do medicamento, não apenas como mero avaliador da necessidade de aquisição de um produto farmacêutico.
metadata.dc.description.abstractother: In 2013, along with the institution of Patient Safety Nacional Program, it was published the Drug Prescription, Use and Administration Protocol, that recommends the administration of all the correct drugs at each step inside healthcare system as a measure that promotes patient safety. The Joint Commission as well as the Canadian and American Hospital Pharmacists Association recommend the creation of standard procedures regarding patients own medication that are brought inside hospitals. This research was conducted in a Federal Institute specialized in Cardiology, in the city of Rio de Janeiro, where drug reconciliation is performed by doctors, who sometimes prescribe non-formulary drugs. When those drugs are prescribed, the pharmacist evaluates the need to buy this product or if the patient has brought it in. However, there is no protocol to be followed by the health team regarding those drugs. Therefore, the aim of this work was to assess the conditions of use of non-formulary drugs brought in by patients and also to propose safer practices when dealing with these medications. Between may 1 st and june 30 th 2016 all the prescribed non-formulary drugs were listed and it we evaluated ward of origin, the possession of the drug, if the drug was appropriate for use and non- compliance. During the observation period, 61 non-formulary medications were prescribed, mainly from non-intensive care wards (52.4%). Of those, 79% were made after drug reconciliation, and 95% could be visually evaluated by the pharmacist – all of which were considered proper for use. About the possession, 36% of the drugs available to analysis were kept with the nurse team. Also, almost 42% of the prescribed items had some type of non- compliance associated. The results confirm the need of the standard procedure exposed on this work and, moreover, the need of a pharmacist in the health team, not only evaluating the need of purchase of a drug, but evaluating its use by the patient and its prescription during the hospital stay.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/15615
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