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Title: Interpretações da Liberdade: o dissenso norte-americano levado aos tribunais (1983-1988)
Authors: Alves Junior, Alexandre Guilherme da Cruz
metadata.dc.contributor.advisor: Azevedo, Cecília da Silva
metadata.dc.contributor.advisorco: Blanchette, Thaddeus Gregory
metadata.dc.contributor.members: Junqueira, Mary Anne
Silva, Francisco Carlos Teixeira da
Limoncic, Flavio
Figueiredo, Tatiana Silva Poggi de
Issue Date: 2015
Abstract: O presente trabalho tem por objetivo analisar a disputa judicial entre o pastor fundamentalista cristão, Jerry Falwell, e o editor da revista pornográfica Hustler, Larry Flynt, entre 1983 e 1988, acerca dos limites da Primeira Emenda à Constituição dos Estados Unidos. O caso ensejou uma nova interpretação constitucional por parte da Suprema Corte daquele país, refletindo uma ampliação dos discursos protegidos pela Primeira Emenda, resultado de décadas de lutas de grupos dissidentes. A vitória da interpetação defendida por Larry Flynt não representou apenas uma conquista individual, mas também a vitória de uma interpretação contrária à limitação da liberdade de expressão e de imprensa, assim como, indiretamente, a defesa veemente da separação entre igreja e estado. É possível demonstrar ainda, que contexto dos anos 1980, caracterizado pela historiografia como a “revolução” conservadora da Era Reagan, conviveu com discursos mais progressistas, que muitas vezes lograram vitórias importantes, tornando necessário uma permanente problematização do período.
metadata.dc.description.abstractother: This work aims to examine the legal dispute between the Christian fundamentalist pastor, Jerry Falwell, and the editor of the pornographic magazine Hustler, Larry Flynt, between 1983 and 1988, about the limits of the First Amendment to the US Constitution. The case gave rise a new constitutional interpretation by the Supreme Court of that country, reflecting a broadening of speech protected by the First Amendment, the result of decades of struggles of dissident groups. The victory of Larry Flynt´s view did not represent only an individual achievement, but also the victory of a constrary interpretation to the limitation of freedom of speech and press, as well as, indirectly, the vehement defense of the separation between church and state. The work demonstrates that the context of the 1980s, characterized by historiography as the conservative "revolution" of Reagan Era, lived with more progressive speeches, which often succeeded important victories, requiring a permanent questioning of the period.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/15933
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