Please use this identifier to cite or link to this item: https://app.uff.br/riuff/handle/1/17111
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorLeal, Diego Asth Schuenck
dc.date.accessioned2021-03-10T19:09:39Z-
dc.date.available2008-03-10
dc.date.available2021-03-10T19:09:39Z-
dc.date.issued2007-07-09
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/17111-
dc.description.abstractApplications operate in dynamic environments, due to the variation of the availability of the resources or due to the variation of the user's preferences. To keep user's satisfaction during the operation of such applications, administration costs have grown up. Is this scenario, pervasive applications are aware of such variations in the operation context and adapt themselves without the action of users or administrators. This work aims to list the questions that have to be solved to make adaptation possible, among them: application's architecture, resource discovery, monitoring, user's preferences elicitation and, mainly, best available resource selection. Trying to solve this last question, we propose - as our main contribution - to use a utility function, as a technique which takes into account user's preferences (to weigh conflicting QoS dimensions) and the availability of the resources needed to provide the proper quality. An extra feature is the ease of implementation and the low processing costs, what makes it possible to be used in small devices, like PDAs. In order to validate our proposal, we present some examples where we used a utility function to select the best resource. In the example where a client selects the best AP, we analyzed real traffic traces of a corporate wireless network and traces generated by a simulator parameterized by realistic probability distributions. We verified the quality and robustness of a solution based in a utility function and concluded that the main QoS dimension commercially available to select the best AP, the signal strength, should not guide this selection exclusively.eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-03-10T19:09:39Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Diego Schenck-dissert.pdf: 1848352 bytes, checksum: 1a85ac0704cb73910c5b9ab21d8e38ec (MD5) Previous issue date: 2007-07-09en
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectProcessamento distribuídopor
dc.subjectComputação pervasivapor
dc.subjectComputação móvelpor
dc.subjectArquitetura de computadorespor
dc.subjectAuto-adaptaçãopor
dc.subjectDimensões de QoSpor
dc.subjectAdaptação em tempo de execuçãopor
dc.subjectCR-RIOpor
dc.subjectMonitoraçãopor
dc.subjectRequisitos não-funcionaispor
dc.subjectSeleção de recursospor
dc.subjectFunção utilidadepor
dc.subjectcontextopor
dc.subjectAuto-configurationeng
dc.subjectQoS dimensionseng
dc.subjectRun-time adaptationeng
dc.subjectCR-RIOeng
dc.subjectMonitoringeng
dc.subjectNon-functional requirementseng
dc.subjectResource selectioneng
dc.subjectUtility functioneng
dc.subjectContexteng
dc.titleSuportando a adaptação de aplicações pervasivas pelo uso de funções utilidadepor
dc.typeDissertaçãopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::CIENCIA DA COMPUTACAO::TEORIA DA COMPUTACAO::COMPUTABILIDADE E MODELOS DE COMPUTACAOpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Computaçãopor
dc.publisher.departmentComputaçãopor
dc.contributor.advisor1Loques Filho, Orlando Gomes
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9433123288261141por
dc.contributor.referee1Albuquerque, Célio Vinicius Neves de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4641684220602580por
dc.contributor.referee2Sztajnberg, Alexandre
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0403732822984772por
dc.description.resumoAs aplicações cada vez mais operam em ambientes dinâmicos, seja pela variação da disponibilidade de recursos, seja pela variação das preferências do usuário. Para manter a satisfação do usuário durante a utilização dessas aplicações, os custos de administração têm crescido muito. Neste cenário, aplicações pervasivas percebem essas variações no contexto de operação e se adaptam, independentemente da ação do usuário ou de um administrador. Além disso, se o mecanismo utilizado para a adaptação puder ser fatorado da aplicação, então ele poderá ser reusado em diversos casos. Este trabalho objetiva relacionar questões que devem ser resolvidas para suportar a adaptação de aplicações pervasivas, dentre elas: descrição da arquitetura da aplicação, descoberta de recursos no ambiente, monitoração, elicitação das preferências do usuário e, principalmente, a escolha do melhor recurso disponível. Buscando resolver essa última questão, propomos - como principal contribuição deste trabalho - o emprego de uma função utilidade por entender que ela constitui uma técnica que lê va em conta as preferências dos usuários (que ponderam dimensões de QoS frequentemente conflitantes) e a disponibilidade dos recursos que impactam a qualidade da aplicação. Outra virtude dessa técnica é a facilidade de implementação e a pouca quantidade de processamento exigida, propiciando ser utilizada em pequenos dispositivos com recursos computacionais e de energia restritos, tais como PDAs. Para validar nossa proposta, apresentamos alguns exemplos de aplicação onde empregamos uma função utilidade para realizar a escolha do melhor recurso. No exemplo em que um cliente sem-fio escolhe o melhor ponto de acesso, analisamos traces reais do tráfego de uma rede sem-fio e traces sintetizados por um simulador construído e parametrizado com distribuições realísticas de probabilidade. Dessa análise, verificamos a qualidade e a robustez da solução baseada em uma função utilidade e concluímos que a principal métrica disponível em produtos comerciais para a escolha do melhor AP, a intensidade do sinal, não deve guiar exclusivamente essa escolha.por
Appears in Collections:TEDE com arquivos

Files in This Item:
File SizeFormat 
Diego Schenck-dissert.pdf1.81 MBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.