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Title: Memória dividida: narrativas acerca do movimento reinvidicatório dos praças da Polícia Militar de Minas Gerais no ano de 1997
Authors: Alves, Juliana do Carmo Cardoso
metadata.dc.contributor.advisor: Souza, Marcos Alvito Pereira de
metadata.dc.contributor.members: Quadrat, Samantha Viz
Laverdi, Robson
Issue Date: 2013
Citation: ALVES, Juliana do Carmo Cardoso. Memória dividida: narrativas acerca do movimento reinvidicatório dos praças da Polícia Militar de Minas Gerais no ano de 1997. 2013. 143 f. Dissertação (Mestrado em História Social) – Departamento de História, Universidade Federal Fluminense. Niterói, 2013. Disponível em: <http://www.historia.uff.br/stricto/td/1729.pdf>.
Abstract: A dissertação trata do movimento reivindicatório dos praças da Polícia Militar de Minas Gerais no ano de 1997. A realização de entrevistas foi a principal fonte de pesquisa desse trabalho. Utilizando-se da História Oral buscou-se através das análises das memórias narradas, compreender que tipo de representações foram construídas por aqueles que vivenciaram os acontecimentos. As narrativas evidenciaram a existência de uma “memória dividida”. Esse conceito foi trabalhado por Alessandro Portelli para explicar a possibilidade da existência de múltiplas e fragmentadas memórias acerca de um acontecimento. Os praças enfatizaram principalmente a ideia de que realizaram um movimento reivindicatório, o governador do Estado uma rebelião, os oficiais motim e a imprensa não chegou a um consenso. Dessa forma, praças, oficiais, governo e imprensa, cada um deles, percebeu, sentiu e justificou os fatos de diferentes formas.
metadata.dc.description.abstractother: The dissertation is about empowerment initiative of soldiers and non- commissioned officers of Minas Gerais Military Police in 1997. The interviews were the main source of this research. Making use of Oral History, it was sought, by thinking of narrated memories, understand what kind of representations were constructed by those who experienced the events. The narrative revealed the existence of a “memory divided”. This concept was used by Alessandro Portelli to explain the possibility of multiply and fragmented memories of an event. Soldiers and non commissioned officers mainly emphasized the idea that held a claiming movement, for the governor of the State, it was a rebellion; for officers, a mutiny and the press has not reached a consensus. Thus, soldiers and non commissioned officer, officers, government and the press, each of them realized, and felt justified facts in different ways.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/182
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