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dc.creatorBorges, Wilson Couto
dc.date.accessioned2021-03-10T20:45:58Z-
dc.date.available2010-07-08
dc.date.available2021-03-10T20:45:58Z-
dc.date.issued2009-12-01
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/18911-
dc.description.abstractThe present work brings as central subject the narrative constructions of the press around the need of use of the Brazilian Armed Force and the National Force of Public Safety for the contention of the "growing criminality" in the city of Rio de Janeiro. Actually, far away from representing a simple diffusion of information, this is a political action which, subsumed within the objectivity notion, occupies a strategic place in the celebration of hegemonic social senses, especially for the historical relationship that the structure of the news maintains with the popular culture matrices. In that process, the social imaginary emerges as an instance over which one tries to take over control, which also means to say that, in the struggle for the fixation of meanings, imagination is a constituent element both of the creation of the narration as of the repository to which society appeals to produce new actions. With this aim, the research is developed around the notion of directionality of the social actors' answers starting from the social imaginary "control", then pointing to the way how certain reading protocols end up addressing the information. Insofar as a certain theme is not contemplated by the newspapers it seems not to exist. Therefore, the news organs become lords of the memory and the forgetfulness in the construction of social representations. In this regard, culture - as a group of the material representations of a society - turns into the main object of disputes, particularly for authenticating the predominantly built meanings. Hence, the antagonism between the proposals of Viva Rio and CEUEP illuminates our approach in what concerns the presence of the ideological struggle and the crystallization of a triumphant vision.eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-03-10T20:45:58Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2009-12-01en
dc.description.sponsorshipFundação de Amparao a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectNarrativas jornalísticaspor
dc.subjectImagináriopor
dc.subjectIdeologiapor
dc.subjectRio de Janeiropor
dc.subjectCriminalidadepor
dc.subjectJournalistic narrativeseng
dc.subjectImaginaryeng
dc.subjectIdeologyeng
dc.subjectRio de Janeiroeng
dc.subjectCriminalityeng
dc.titleNarrativas jornalísticas como produção material da cultura:a presença do imaginário na construção ideológica em torno da realidadepor
dc.typeTesepor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Comunicaçãopor
dc.publisher.departmentComunicaçãopor
dc.contributor.advisor1Enne, Ana Lucia Silva
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4700782D7por
dc.contributor.referee1Barbosa, Marialva Carlos
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4797558P4por
dc.contributor.referee2Cerqueira Filho, Gisalio
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9669367639065429por
dc.contributor.referee3Ribeiro, Ana Paula Goulart
dc.contributor.referee3Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4723584J6por
dc.contributor.referee4Batista, Nilo
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/7558568315744459por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9564907740432251por
dc.description.resumoO presente trabalho traz como questão central as construções narrativas da imprensa torno da necessidade de uso das Forças (Armadas e Nacional de Segurança) para a contenção da criminalidade crescente na cidade do Rio de Janeiro. Na verdade, longe de representar uma simples difusão de informação, trata-se de uma ação política que, subsumida noção de objetividade, ocupa um lugar estratégico na celebração dos sentidos sociais hegemônicos, especialmente pela relação histórica que a estrutura da notícia mantém com as matrizes da cultura popular. Nesse processo, o imaginário social emerge como instância sobre qual se busca assumir o controle, o que significa também dizer que, na luta pela fixação de significados, a imaginação é um elemento constitutivo tanto da criação da narração quanto do repositório a que a sociedade recorre para produzir novas ações. Com este objetivo, a pesquisa se desenvolve em torno da noção de direcionamento das respostas dos atores sociais a partir do controle do imaginário social, apontando então para forma como determinados protocolos de leitura acabam direcionando a informação. Na medida em que determinado tema não aparece contemplado pelas páginas dos jornais ele parece não ter existência. Assim, os órgãos de imprensa tornam-se senhores da memória e do esquecimento na construção de representações sociais. Nesse sentido, a cultura como conjunto das representações materiais de uma sociedade converte-se no principal objeto de disputas, particularmente por autenticar os significados hegemonicamente construídos. Dessa forma, o antagonismo entre as propostas do Viva Rio e do CEUEP ilumina nossa abordagem que concerne a presença da luta ideológica e a cristalização de uma visão triunfante.por
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