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dc.creatorLomelino, Ronaldo Oliveira
dc.date.accessioned2021-03-10T20:46:20Z-
dc.date.available2011-01-19
dc.date.available2021-03-10T20:46:20Z-
dc.date.issued2010-11-23
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/19050-
dc.description.abstractThe aim of this study was the biological characterization of a biphasic ceramic (&#946;TCP: HA, 70:30). The cytocompatibility was tested with human osteoprogenitor cells (HOPC), after 24 hours of exposure to material extract (ISO 10993-5), using morphological and biochemical analysis (crystal violet). The HOPC adhesion to ceramic was evaluated after incubation for 14 days. The biocompatibility in subcutaneous tissue and repair of bone defects (&#1256;5mm) in rat calvaria (n = 20), of the material without cells (control) and with cells (HOPC), was evaluated concurrently on 15 and 45 days after the grafting using histology and histomorphometry. The material showed high cytocompatibility, with preservation of cell morphology and cell density similar to the estimated negative control. As showing by scanning electron microscopy, were present and adhered and sprawling HOPC on the surface of ceramic and indicative migration into the pores. At light microscopy, the subcutaneous tissue showed increased cellularity in the group with HOPC as compared to the pure ceramic, in both there was no polymorphonuclear leukocytes or necrosis and moderate presence of lymphocytes, macrophages and surrounding multinucleated giant cells (15 days), followed by maturation of tissue revascularization and compatible with the normal process of repair (45 days). The histopathologic findings of central skull defects after 15 days showed higher cellularity with HOPC together the ceramics than connective matrix in contact with the material without cells, in both there was mild presence of lymphocytes, macrophages and new blood vessels surrounding particles of the graft and after 45 days in the group with HOPC the ceramic was surrounded by loose connective tissue, blood vessels, few multinucleated giant cells and moderate new bone (6.64%), confirming the biomineralization process similar to the autograft (6.59%), which was higher than the group without cells (3.84%) and significantly different from the blood clot (2.23%, p <0.05), the latter with osteogenesis only at the edges of the defect such as the other groups. It can be concluded that the material tested is citocompatible, biocompatibile, osteoconductive and works as a carrier of cells to promote greater bone repair in vivo.eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-03-10T20:46:20Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010-11-23en
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subject&#946;TCP:HApor
dc.subjectEnxerto aloplásticopor
dc.subjectTerapia de perdas ósseaspor
dc.subject&#946;TCP:HAeng
dc.subjectAloplastic grafteng
dc.subjectBone loss therapyeng
dc.subjectMEDICINApor
dc.subjectCIÊNCIAS MÉDICASpor
dc.subjectCélulas-troncopor
dc.subjectMateriais biocompatíveispor
dc.titleAvaliação biológica de grânulos de ßTCP/HA e do seu potencial como carreador de células osteoprogenitoras humanaspor
dc.typeDissertaçãopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências Médicaspor
dc.publisher.departmentCiências Médicaspor
dc.contributor.advisor1Granjeiro, José Mauro
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4784708U5por
dc.contributor.advisor-co1Gameiro, Vinicius Schott
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9223810891927650por
dc.contributor.referee1Zambuzzi, Willian Fernando
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9087428606376572por
dc.contributor.referee2Rossi, Alexandre Malta
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781806Y6por
dc.contributor.referee3Pereira, Simão Pedro Fernandes
dc.contributor.referee3Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4761187P1por
dc.contributor.referee4Guimarães, José Guilherme
dc.contributor.referee5Alves, Gutemberg Gomes
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/7503865274831337por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0360985821418298por
dc.description.resumoO objetivo deste estudo foi caracterizar biologicamente uma cerâmica bifásica (&#946;TCP:HA, 70:30), in vitro e in vivo. A citocompatibilidade foi testada com células osteoprogenitoras humanas (COPH), após 24 horas de exposição ao extrato do material (norma ISO 10993-5), através de análises morfológica e bioquímica (coloração nuclear com cristal violeta). A adesão de COPH à cerâmica foi avaliada após incubação por 14 dias. A biocompatibilidade em tecido subcutâneo e o reparo de defeito ósseo (&#1256;5mm) em calvária de ratos (n=20), do material sem células (controle) e com células (COPH) foram avaliados concomitantemente em 15 e 45 dias após os enxertos, através de análises histológica e histomorfométrica. O material apresentou alta citocompatibilidade, visto pela preservação da morfologia celular e densidade celular estimada similar ao controle negativo. À microscopia eletrônica de varredura, houve presença de COPH aderidas e espraiadas na superfície da cerâmica testada e indicativa migração para o interior de seus poros. À microscopia de luz, o tecido subcutâneo exibiu maior celularidade no grupo com COPH do que a cerâmica pura, em ambas houve ausência de leucócitos polimorfonucleares ou necrose e presença moderada de linfócitos, macrófagos e células gigantes multinucleadas circundantes (15 dias), seguindo-se à maturação de tecido conjuntivo e revascularização compatível com o processo normal de reparo (45 dias). Os achados histopatológicos da área central de defeitos cranianos após 15 dias mostraram alta celularidade no grupo com COPH junto à cerâmica do que matriz de tecido conjuntivo em contato com o material sem células, em ambos houve suave presença de linfócitos, macrófagos e novos vasos sanguíneos circundando as partículas do enxerto e após 45 dias, no grupo com COPH a cerâmica foi circundada por tecido conjuntivo frouxo, vasos sanguíneos, poucas células gigantes multinucleadas e moderado novo osso (6,64%), confirmando o processo de biomineralização similar ao osso autógeno (6,59%), que foi maior do que no grupo sem células (3,84%) e significativamente diferente do coágulo sanguíneo (2,23%, p<0,05), este último com osteogênese apenas nas bordas do defeito tal quais os demais grupos. Pode-se concluir que o material testado apresenta cito e biocompatibilidade, osteocondutividade e funciona como carreador de células para promoção de maior reparo ósseo in vivo.por
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