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Title: Anais: I Semana Acadêmica de Geografia (SEMAGEO-UFF): Distopias geográficas: desafios e estratégias frente à ruptura do Estado de direito
Other Titles: Actas: I Semana Académica de Geografía (SEMAGEO-UFF): Distópias geográficas: desafíos y estrategias frente a la ruptura del estado directo
Authors: Diretório Acadêmico Telma Regina
Issue Date: 18-May-2021
Publisher: Aline Rozenthal de Souza Cruz
Guido Cruz de Assis
Citation: SEMANA ACADÊMICA DE GEOGRAFIA - UFF NITERÓI, 1., 2019, Niterói. Anais... Niterói: Diretório Acadêmico Telma Regina, 2019.
Abstract: O ano de 2019 inaugurou a I Semana Acadêmica de Geografia. Organizada pelos membros do Diretório Acadêmico Telma Regina, a SEMAGEO contou com o apoio da Coordenação do curso, do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia, todos da Universidade Federal Fluminense – Campus Niterói. O evento aconteceu de 21 a 25 de outubro de 2019 no Instituto de Geociências, localizado no Campus Praia Vermelha da referida instituição. A programação foi composta por uma homenagem ao ex-aluno Prof. Dr. Andrelino Campos, Mesas Redondas, exposição de arte e cultura, e 4 Grupos de Trabalho para discussão de pesquisas, que deveriam abarcar o tema proposto: Distopias geográficas: desafios e estratégias frente à ruptura do Estado de direito. As distopias geográficas encerram a instituição do discurso ideológico do atraso, dos territórios considerados incivilizados, periféricos e atrasados. Procuram evidenciar a modernização racialista e escravocrata característica da formação territorial brasileira, e que se traduz, por exemplo, na urbanização precária, nos conflitos fundiários do campo e na destruição de biomas. A modernização distópica do território anuncia mais um capítulo das geo-grafias do país, na qual se abrem novos campos de luta em defesa dos direitos humanos, do meio ambiente, das liberdades individuais e contra a expansão das desigualdades da distribuição de renda. Os trabalhos publicados no presente anal correspondem aos seguintes eixos temáticos: 1 - Geo-grafias e Distopias (Urbana, Agrária e Política): este GT visou abarcar trabalhos que se debruçassem acerca da estruturação capitalista do espaço geográfico, em sua face conservadora, autoritária e subalternizante, que oprime, espolia e explora as comunidades tradicionais, o operariado urbano, os pequenos produtores agrícolas. 2 - Estudo de Impactos Ambientais: este eixo abordou os conflitos ambientais, os planos de manejo ecológico, as vulnerabilidades socioambientais, como eventos extremos, erosão costeira e enchentes urbanas. 3 – Insterseccionalidades: este Grupo de Trabalho abordou as relações étnico-raciais, culturais, de sexualidade e gênero, permitindo a discussão de suas identidades e desigualdades socioespaciais. O eixo procurou evidenciar as estratégias de resistência e superação de distintos sujeitos socialmente marginalizados. 4 - Educação e Geografia: este eixo buscou uma discussão sobre o sistema educacional brasileiro, e, em especial, no que concerne ao Ensino de Geografia, enquanto uma forma potente de leitura de mundo e desenvolvimento do pensamento espacial.
metadata.dc.description.abstractother: 2019 inauguró la 1a Semana Académica de Geografía. Organizada por los integrantes del Directorio Académico Telma Regina, la SEMAGEO contó con el apoyo de la Coordinación del Curso, el Departamento de Geografía y el Programa de Posgrado en Geografía, todos de la Universidad Federal Fluminense - Campus Niterói. El evento tuvo lugar del 21 al 25 de octubre de 2019 en el Instituto de Geociencias, ubicado en el campus Praia Vermelha de esa institución. El programa consistió en un homenaje al ex alumno Prof. Dr. Andrelino Campos, Mesas Redondas, exposición de arte y cultura, y 4 Grupos de Trabajo para discutir investigaciones, que deben cubrir el tema propuesto: Distópias geográficas: desafíos y estrategias ante la ruptura del Estado de derecho. Las distopías geográficas acaban con la institución del discurso ideológico del atraso, de territorios considerados incivilizados, periféricos y atrasados. Buscan resaltar la modernización racialista y esclavista característica de la formación territorial brasileña, que se traduce, por ejemplo, en urbanización precaria, conflictos de tenencia de la tierra y destrucción de biomas. La modernización distópica del territorio anuncia un capítulo más de las geografías del país, en el que se abren nuevos campos de lucha en defensa de los derechos humanos, el medio ambiente, las libertades individuales y contra la expansión de las desigualdades en la distribución del ingreso. Los trabajos publicados en el presente anal corresponden a los siguientes ejes temáticos: 1 - Geografías y distopías (Urbanas, Agrarias y Políticas): este GT tuvo como objetivo abarcar trabajos que abordan la estructuración capitalista del espacio geográfico, en su cara conservadora, autoritaria y subalternizadora, que oprime, saquea y explota comunidades tradicionales, trabajadores urbanos, pequeños productores agrícolas. 2 - Estudio de Impactos Ambientales: este eje abordó conflictos ambientales, planes de manejo ecológico, vulnerabilidades socioambientales, como eventos extremos, erosión costera e inundaciones urbanas. 3 - Interseccionalidad: este Grupo de Trabajo abordó las relaciones étnico-raciales, culturales, de sexualidad y de género, permitiendo la discusión de sus identidades y desigualdades socioespaciales. El eje buscó resaltar las estrategias de resistencia y superación de diferentes sujetos socialmente marginados. 4 - Educación y Geografía: este eje buscó una discusión sobre el sistema educativo brasileño y, especialmente, en lo que respecta a la Enseñanza de la Geografía, como una forma poderosa de leer el mundo y desarrollar el pensamiento espacial.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/22454
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