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Title: Imaginar a cidade real: o cinema novo e a representação da modernidade urbana carioca (1955-1970)
Authors: Pinto, Carlos Eduardo Pinto de
metadata.dc.contributor.advisor: Mauad, Ana Maria
Issue Date: 2013
Citation: PINTO, Carlos Eduardo Pinto de. Imaginar a cidade real: o cinema novo e a representação da modernidade urbana carioca (1955-1970). 2013. 344 f. Tese (Doutorado em História) – Departamento de História, Universidade Federal Fluminense Niterói, 2013. Disponível em: <http://www.historia.uff.br/stricto/td/1517.pdf>.
Abstract: A tese aborda a representação da cidade do Rio de Janeiro pelo Cinema Novo entre 1955 e 1970, abarcando o surgimento das ideias que embasariam o movimento nos anos 1960, bem como suas mutações ao longo da década. A vinculação do Cinema Novo à vivência urbana carioca define um de seus perfis – estando o outro associado ao sertão – e fornece elementos para a elaboração de imaginários sociais na e sobre a cidade, que vivia um momento de reconfiguração. Capital federal em 1955, o Rio começa a década de 1960 sendo transformado em Estado da Guanabara, depois de perder o posto de cabeça do país para Brasília. Ainda assim, a capitalidade é o eixo norteador das obras analisadas, que – através de variados processos intertextuais – mobilizam duas estratégias distintas de representação. A primeira, vinculada ao ideário nacional popular, contrapõe dois aspectos da capitalidade ao opor a modernidade urbana às mazelas sociais, sendo este o caso de Rio, 40 graus, Cinco vezes favela e A grande cidade. A segunda, menos focada nos contrastes sociais, evoca a capitalidade em sua relação com os traços identitários da jovem classe média, como Os cafajestes, O desafio, Garota de Ipanema e Todas as mulheres do mundo. Através de agenciamentos diversos, os atores sociais abordados pela pesquisa – profissionais envolvidos nas produções dos filmes, críticos, teóricos, políticos e outros – se apropriam das obras, pondo em disputa os imaginários urbanos e as práticas sociais que estes possibilitam.
metadata.dc.description.abstractother: This work discusses the representation of Rio de Janeiro city by the Cinema Novo from 1955 to 1970, comprising the emergence of the ideas that would embody the movement in the 1960s as well as its changes during the decade. The relation of the Cinema Novo with this city sets the urban experience as one of the features of the movement – while the other is more associated with the Sertão (outback) – and takes part on the creation of social imaginaries on and about the city, that was being reconfigured. Federal district in 1955, Rio de Janeiro began the 1960’s decade becoming Estado da Guanabara (Guanabara state), losing its capital post for Brasília. Even though, capitality is a major theme on the analyzed movies, that mobilize two distinct representational strategies using different intertextual processes. The first, representative of the national-populist ideal, constrasts two aspects of the capitality when showing the urban modernity in opposition with the social problems, as in movies Rio, 40 graus, Cinco vezes favela and A grande cidade. The second, not so social-problem oriented, elicits capitality on its relation with the identifying traces of the medium class youngsters, as in Os cafajestes, O desafio, Garota de Ipanema and Todas as mulheres do mundo. Using the different agencements, the social actors regarded on this research – people involved on the film’s productions, critics, theorist, politicians and others – make singular appropriations of the movies, creating disputes regarding the urban imaginaries and the social practices these imaginaries enable.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/244
Appears in Collections:PPGH - Teses e Dissertações

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