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Title: Há relação entre a ingestão alimentar de triptofano e níveis plasmáticos de indoxil sulfato em pacientes renais crônicos em hemodiálise?
Authors: Brito, Jessyca Sousa
metadata.dc.contributor.advisor: Mafra, Denise
metadata.dc.contributor.advisorco: Borges, Natália Alvarenga
metadata.dc.contributor.members: Rocha, Gabrielle de Souza
Barros, Amanda de Faria
Issue Date: 2016
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: Introdução: A microbiota intestinal está envolvida na geração de toxinas urêmicas presentes nos pacientes com doença renal crônica em hemodiálise (HD) como indoxil sulfato (IS), formado a partir da fermentação do aminoácido triptofano. OBJETIVO: O objetivo desse trabalho foi avaliar a ingestão de triptofano alimentar pelos pacientes renais crônicos em HD e sua possível relação com os níveis plasmáticos de IS. MÉTODOS: Participaram do estudo 46 pacientes com DRC em programa regular de HD (56,5% homens; 52,7±10,3 anos; 63 (32,2–118,2) meses em HD; IMC 25,6±4,9kg/m2). A ingestão de triptofano foi avaliada através do recordatório alimentar de 24 horas (R-24h) de 3 dias. Exames bioquímicos de rotina, bem como a avaliação antropométrica foram avaliados. Os níveis plasmáticos de IS foram determinados por cromatografia liquida de alto desempenho (HPLC) com detecção fluorescente e as concentrações plasmáticas de interleucina-6 (IL-6) pelo método imunoenzimático (ELISA, Enzyme Linked Immunosorbent Assay). RESULTADOS: A ingestão média de triptofano estava dentro do recomendado, já os níveis plasmáticos de IS (35,0±11,9 mg/L) estavam elevados. Não houve correlação entre a ingestão de triptofano e os níveis plasmáticos de IS. Contudo, houve correlação positiva entre ingestão de proteína e triptofano e variáveis que avaliam massa magra, e além disso, os níveis IS foram positivamente associados com os de IL-6 (r=0,6: p=0,01). CONCLUSÃO: O presente estudo sugere que a ingestão alimentar de triptofano pode não ser um fator determinante dos níveis de IS. No entanto, sugere que o intestino pode ter importante papel na inflamação sistêmica presente nos pacientes com DRC.
metadata.dc.description.abstractother: Introduction: Gut microbiota is involved in generation of uremic toxins in chronic kidney disease (CKD) patients on hemodialysis (HD), like indoxyl sulfate (IS) that is originated from tryptophan amino acid fermentation. OBJECTIVE: The aim of this study was evaluate the tryptophan intake by chronic renal failure patients on HD and its possible relationship with IS plasma levels. METHODS: Participated of the study 46 patients with CKD on HD regular program (56,5% men; 52,7 ± 10,3 years; 63 (32,2 – 118,2) months on HD; BMI 25,6 ± 4,9 kg/m2). The tryptophan intake was evaluated by a 3-day 24-hours dietary recall (R-24h). Routine biochemical tests and anthropometric measurements were evaluated. IS plasma levels were determined by High Performance Liquid Chromatography with fluorescent detection and the interleukin-6 (IL-6) plasma levels by immunoenzymatic method (ELISA, Enzyme Linked Immunosorbent Assay). RESULTS: The average of tryptophan intake was according to recommendation, but IS plasma levels (35,0 ± 11,9 mg/L) were elevated. There was no correlation between the tryptophan intake and IS plasma levels. However, there was positive correlation between protein intake and tryptophan and variables used to evaluate lean body mass, and moreover, IS levels were positively associated with IL-6 (r = 0,6 p = 0,01). CONCLUSION: The present study suggests that tryptophan dietary intake may not be a determinant factor to IS levels. However, it suggests that gut microbiota may play an important role in systemic inflammation in patients with CKD.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/2511
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