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Title: Os devires de um texto que é um ser: uma leitura de um falcão no punho
Authors: Vargas, Luís Henrique Gonçalves
metadata.dc.contributor.advisor: Oliveira, Maria Lúcia Wiltshire de
metadata.dc.contributor.members: Silveira, Jorge Fernandes da
Silva, Tatiana Pequeno da
Issue Date: 29-May-2017
Abstract: O objetivo deste trabalho é a apresentação de uma proposta de leitura do diário Um Falcão no Punho de Maria Gabriela Llansol, motivada pela intuição da sua narradora de que o texto é um ser. O nosso ponto de partida é a análise do lugar ocupado pelo sujeito em um texto/ser e se, à luz das reflexões de Blanchot, Barthes e Foucault, é possível classificar esse diário como uma escrita de si, ou se estamos diante de um processo de tradução que conserva apenas os traços da presença do sujeito. Em seguida, de acordo com a noção de devir de Deleuze e Parnet, examinamos como o devir, concebido como simultaneidade, é indissociável tanto da ideia de texto quanto da ideia de ser. Discutimos, ainda, baseados nas contribuições do pensamento filosófico, se a noção de ser, como Llansol a compreende, está na origem de uma metafísica da escrita, ou é uma maneira de superar a compreensão do texto como um objeto ou instrumento. Por fim, refletimos sobre o legado que Llansol deseja transmitir a seus leitores e de que maneira o seu texto, ao se libertar dos limites da literatura, pode “abrir caminho a outros”, segundo a filosofia da alteridade de Lévinas
metadata.dc.description.abstractother: Dans cette dissertation, nous présentons une lecture du journal Um Falcão no Punho de Maria Gabriela Llansol motivée par son intuition du texte comme un être. Ainsi, selon les réflexions de Blanchot, Barthes et Foucault, nous examinons la place du sujet dans le texte, afin de démontrer si le journal de Llansol est une écriture de soi, ou une traduction de la subjectivité. Ensuite, selon la notion de devenir de Deleuze et Parnet, nous analysons le devenir qui opère sur le texte, pour établir la signification du texte comme un être. D’ailleurs, nous discutons si l'être, comme Llansol le comprendre, est la source d'une écriture métaphysique. Enfin, selon la philosophie de l'altérité de Lévinas, nous réfléchissons sur l'héritage que Llansol veut transmettre à ses lecteurs
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/3751
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