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Title: Um tempo mais que presente: narrativas e imagens da metrópole contemporânea
Authors: Cariello, Gabriel Carestiato
metadata.dc.contributor.advisor: Santos, Claudete Daflon dos
metadata.dc.contributor.members: Gomes, Angela Maria Dias de Brito
Dealtry, Giovanna Ferreira
Issue Date: 12-Jul-2017
Abstract: Mudanças na percepção da passagem do tempo que ocorrem nos últimos 50 anos têm influenciado a forma como a literatura e a fotografia representam as cidades contemporâneas. Aceleração, simultaneidade, distância para o passado e despreocupação com o futuro são alguns dos sintomas de transformações da sociedade — cada vez mais próxima de uma aldeia global virtual — cujo ápice parece passar pela consolidação do tempo presente como o momento da experiência. Viver o hoje, o agora, é comportar a experiência individual no tempo de um instante. Diante de um movimento cada vez mais enraizado, a literatura e a fotografia encontram caminhos para desenvolver narrativas que discutem ou questionam os efeitos de tais mudanças na vida cotidiana das metrópoles do século XXI, onde as novas configurações do tempo parecem impactar mais o indivíduo. Tomando esta reflexão como eixo de análise, o presente estudo examina as bases para a compreensão de como se dá o surgimento de um novo cronótopo, seguindo caminhos teóricos percorridos por David Harvey, Hans Ulrich Gumbrecht e Zygmunt Bauman, que perceberam uma influência direta do novo formato do tempo na forma como se vive nas grandes cidades globais. Na busca por entender como as narrativas do novo século representam as metrópoles contemporâneas a partir da influência do tempo presente, encontra-se no livro Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato, e na série de fotografias Babel Tales, de Peter Funch, duas representações de cidade que se alinham ao desafio de comportar a expansão do presente e problematizar seus efeitos sobre o indivíduo
metadata.dc.description.abstractother: In the last 50 years, changes in the perception of how time passes have influenced the way literature and photography represent contemporary cities. Acceleration, simultaneity, distancing from the past and a lack of concern for the future are some of the symptoms of society transformations — each time closer to a virtual global village — whose apex seems to be the consolidation of the present time as the moment of experience. To live the today, here and now, is to accept an individual experience in an instant. In facing a movement that is becoming more ingrained, literature and photography find ways to develop narratives that discuss or question the effects of daily life´s changes in the twenty-first century metropolis, where the new time configurations seem to impact more and more the individual. From this perspective as the pinnacle of an analysis, the present study examines the basis to comprehend the advent of a new chronotope, following the theoretical paths by David Harvey, Hans Ulrich Gumbrecht, and Zygmunt Bauman, who noticed a direct influence in the new time format over the way we live in big global cities. During the search to understand how narratives of the new century represent the contemporary metropolis from the influence of the present time, the book Eles eram muitos cavalos, from Luiz Ruffato, and the series of photographs Babel Tales, by Peter Funch, are two representations of a city that challenge the present expansion and question its effects over the individual
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/3992
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