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dc.contributor.advisorLima, Dalmo Valério Machado de-
dc.contributor.authorVidigal, Paula Dias-
dc.date.accessioned2017-08-25T20:56:14Z-
dc.date.available2017-08-25T20:56:14Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationVidigal, Paula Dias. Reconhecimento de padrões de ingestão de vitamina k em pacientes ambulatoriais portadores de fibrilação atrial e seu impacto sobre a anticoagulação por varfarina: contribuições à consulta de enfermagem. 2013. 92 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa, Universidade Federal Fluminense, 2013.pt_BR
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/4312-
dc.description.abstractObjetivo geral: Verificar a relação entre a estimativa da ingesta de vitamina K e a Razão Normatizada Internacional (INR) da coagulação de pacientes ambulatoriais portadores de fibrilação atrial (FA) em uso de varfarina. Objetivos específicos: Correlacionar a ingesta estimada de vitamina K a partir da alimentação por livre demanda com o INR de pacientes portadores de FA em uso de varfarina; Comparar os valores de INR dos diferentes estratos de estimativa de ingesta de vitamina K; Identificar a chance de desenvolver sangramento ou evento tromboembólico entre os grupos; Estabelecer um catálogo com recomendações alimentares para a manutenção do INR terapêutico desses pacientes. Metodologia: Estudo causal-comparativo com pacientes com FA em uso de varfarina, acompanhados por seis meses. A coleta de dados foi através de inquérito recordatório de consumo alimentar e de base de dados com registro da dose de varfarina utilizada e valor do INR na consulta. Os dados foram submetidos às análises estatísticas: Correlação de Pearson, Teste T-Student, Análise de Variância, Teste de Tuckey e Risco Relativo. Resultados: Não houve correlação negativa entre o INR e a ingesta estimada de vitamina K, conforme era esperado. Verificou-se que pacientes com INR estável tinham um consumo médio de vitamina K menor (p=0,008) e estes variavam menos o consumo do que os pacientes com padrão de ingestão de vitamina K alto (p=0,008). Porém, ao comparar a variabilidade da ingesta de vitamina K com a estabilidade do INR, não foram encontradas diferenças significativas (p=0,188). Acredita-se, portanto, que a variabilidade do consumo de vitamina K em três ou quatro dias não é determinante para alterar a terapia anticoagulante oral, tanto em relação ao INR quanto em relação a dosagem de varfarina utilizada. O fator mais importante para manter a estabilidade da terapia é o consumo baixo de vitamina K que, em geral, não precisa ser restritiva mas também pode estar associada a pequenas alterações de consumo. Entretanto, o consumo de vitamina K em quantidades constantes foi um fator de proteção importante para evitar sangramentos menores na amostra. Os sujeitos do sexo masculino e idosos apresentaram consumo de vitamina K mais instável (p=0,068), INR instável (p=0,023) e anticoagulação em excesso (p=0,001). Conclusão: Sugere-se que os pacientes sejam orientados a consumir pequenas quantidades de vitamina k diariamente, não ultrapassando 40,0μg/dia. Através dos resultados obtidos, acredita-se que seja possível realizar orientações sobre a alimentação na consulta de enfermagem embasada em evidências científicas, buscando melhorar a estabilidade do INR e diminuir o risco de sangramento ou trombose.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Fabiana Gonçalves Pinto (benf@ndc.uff.br) on 2017-08-25T20:56:14Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) TCC Paula Dias Vidigal.pdf: 1410808 bytes, checksum: f44b41ee3529d290c2ddb5877e16abc7 (MD5)en
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dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.rightsOpen accesspt_BR
dc.titleReconhecimento de padrões de ingestão de vitamina k em pacientes ambulatoriais portadores de fibrilação atrial e seu impacto sobre a anticoagulação por varfarina: contribuições à consulta de enfermagempt_BR
dc.typeMonografia de conclusão de cursopt_BR
dc.subject.keywordAnticoagulantespt_BR
dc.subject.keywordFibrilação atrialpt_BR
dc.subject.keywordAlimentaçãopt_BR
dc.subject.keywordEnfermagem baseada em evidênciaspt_BR
dc.contributor.membersLima, Dalmo Valério Machado de-
dc.contributor.membersBosa, Maria Cecília Pereira-
dc.contributor.membersQueluci, Gisella de Carvalho-
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
dc.creator.affilliationUniversidade Federal Fluminense. Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa. Niterói, RJpt_BR
dc.subject.descriptorAnticoagulantespt_BR
dc.subject.descriptorFibrilação atrialpt_BR
dc.subject.descriptorAlimentaçãopt_BR
dc.subject.descriptorEnfermagem baseada em evidênciaspt_BR
dc.subject.descriptorPacientes ambulatoriaspt_BR
dc.subject.descriptorVitamina Kpt_BR
dc.subject.descriptorEnfermagem no consultóriopt_BR
dc.identifier.vinculationAluno de graduaçãopt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.degree.departmentEscola de Enfermagem Aurora de Afonso Costapt_BR
dc.degree.date2013-
dc.degree.localNiterói, RJpt_BR
dc.degree.cursoBacharelado e Licenciatura em Enfermagempt_BR
dc.publisher.departmentNiteróipt_BR
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