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dc.contributor.advisorEnrich Prast, Alex-
dc.contributor.authorSouza, Viviane Figueiredo-
dc.date.accessioned2017-09-04T17:31:07Z-
dc.date.available2017-09-04T17:31:07Z-
dc.date.issued2017-09-04-
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/4407-
dc.description.abstractO nitrogênio (N) é um elemento imprescindível para todos os organismos do nosso planeta, entretanto o composto nitrogenado mais abundante, o gás dinitrogênio (N2), é assimilável apenas por poucos micro-organismos. Isso torna o N limitante, refletindo na sua disponibilização via mineralização de matéria orgânica (MO) e a nitrificação, que produzem amônio (NH4+) e nitrato (NO3-), respectivamente. Em solos, esses processos são regulados por fatores como conteúdo de MO e água no solo, pH e temperatura. Em ecossistemas florestais, tropicais e boreais, esses processos são muito relevantes e ainda pouco estudados, principalmente em áreas de floresta secundária sob influência de manejo. A mudança de uso do solo causa alterações na ciclagem e disponibilidade do N, nos fatores reguladores, e na emissão de óxido nitroso (N2O), um gás de efeito estufa. Padrões de recuperação florestal são bastante distintos entre diferentes florestas tropicais, como visto para floresta de Mata Atlântica e Amazônica, com taxas de mineralização em florestas jovens (10 anos) muito elevadas na Amazônia (20,9 μg N g-1 SWD d-1) e mais baixas na Mata Atlântica (3,2 μg N g-1 SWD d-1). Já a nitrificação teve um padrão semelhante, com baixas taxas em ambas as florestas jovens (0,6 6,8 μg N g-1 SWD d-1 na Mata Atlântica e Amazônia, respectivamente), o que indica uma ciclagem de N conservativa, evitando perdas via emissão de gás e lixiviação de NO3-. Entretanto, a emissão de N2O em área de restauração na Mata Atlântica foi maior do que na pristina (22 e 2,5 μg N2O-N g-1 SWD h-1, respectivamente) devido à maior temperatura do solo que estimula os processos microbianos produtores de N2O. Em termos de floresta pristina, a taxa de nitrificação foi bastante distinta entre a floresta de Mata Atlântica e Amazônica (0,08 e 15,9 μg N2O-N g-1 SWD h-1, respectivamente). Isso evidencia os diferentes fatores reguladores de cada região tropical, como regime de chuvas, composição vegetal, tipos de solo, etc. Em florestas boreais, foi visto que o conteúdo de MO e água do solo e o pH do solo são os principais reguladores, limitando a disponibilidade de N em florestas bem drenadas dominadas por coníferas, em comparação com florestas pouco drenadas dominadas por turfa. Dessa forma, verificamos que a mineralização e, principalmente, a nitrificação, são processos muito relevantes no controle de N, e mesmo em ecossistemas diferentes, os fatores reguladores muitas vezes são os mesmos. Isso evidencia a necessidade de mais estudos acerca da dinâmica do N nesses ambientes, principalmente em florestas em restauraçãopt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica BGQ (bgq@ndc.uff.br) on 2017-09-04T17:31:07Z No. of bitstreams: 1 TESE_Viviane Figueiredo Souza versão final.pdf: 1973892 bytes, checksum: 8b1ac31fbe25c8a6584e68f8e3b8ff71 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2017-09-04T17:31:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TESE_Viviane Figueiredo Souza versão final.pdf: 1973892 bytes, checksum: 8b1ac31fbe25c8a6584e68f8e3b8ff71 (MD5)en
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.language.isopt_PTpt_BR
dc.rightsOpen Accesspt_BR
dc.titleMecanismos da ciclagem do nitrogênio e emissão de óxido nitroso (N2O) em solos de diferentes latitudespt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordNitrogêniopt_BR
dc.subject.keywordMineralizaçãopt_BR
dc.subject.keywordNitrificaçãopt_BR
dc.subject.keywordFatores reguladorespt_BR
dc.subject.keywordFloresta de Mata Atlânticapt_BR
dc.subject.keywordFloresta Amazônicapt_BR
dc.subject.keywordFloresta Borealpt_BR
dc.contributor.membersMello, William Zamboni de-
dc.contributor.membersMoreira, Luciane Silva-
dc.contributor.membersRodrigues, Renato de Aragão Ribeiro-
dc.contributor.membersOmetto, Jean Pierre Henry-
dc.degree.leveldoutoradopt_BR
dc.creator.affilliationUniversidade Federal Fluminense. Instituto de Química. Programa de Pós-Graduação em Geoquímica, Niterói, RJpt_BR
dc.subject.descriptorGeoquímicapt_BR
dc.subject.descriptorNitrogêniopt_BR
dc.subject.descriptorÓxido nitroso (N2O)pt_BR
dc.subject.descriptorSolopt_BR
dc.subject.descriptorFloresta Atlânticapt_BR
dc.subject.descriptorFloresta Amazônicapt_BR
dc.subject.descriptorProdução intelectualpt_BR
dc.subject.keywordotherNitrogenpt_BR
dc.subject.keywordotherMineralizationpt_BR
dc.subject.keywordotherNitrificationpt_BR
dc.subject.keywordotherRegulating factorspt_BR
dc.subject.keywordotherAtlantic forestpt_BR
dc.subject.keywordotherAmazon rainforestpt_BR
dc.subject.keywordotherBoreal forestpt_BR
dc.description.abstractotherNitrogen (N) is an essential element for all organisms; however, the most abundant nitrogen compound, dinitrogen (N2), is assimilable only by a few microorganisms. This makes N limiting, which reflects in its availability via organic matter (OM) mineralization and nitrification, which produce ammonium (NH4+) and nitrate (NO3-), respectively. In soils, these processes are regulated by factors such as OM and soil water content, pH and temperature. In forest ecosystems, tropical and boreal, these processes are very relevant and still poorly understood, especially in secondary forest previously deforested. The land use change causes alterations in cycling and availability of N, regulating factors, and emission of nitrous oxide (N2O), a greenhouse gas. Forest recovery patterns are quite distinct among different rainforests, as seen for Atlantic and Amazon rainforest, with very high levels of mineralization in young forests (10 years) in Amazonia (20.9 μg N2O-N g-1 SWD h-1) and low in the Atlantic Forest (3.2 μg N2O-N g-1 SWD h-1). Nitrification had a similar pattern between them, with low rates in both young forests (0.6 and 6.8 μg N2O-N g-1 SWD h-1 in the Atlantic and Amazon forest, respectively), indicating a conservative N cycling, avoiding losses through gas emission and NO3- leaching. However, the N2O emission in restoration area in the Atlantic Forest was higher than in pristine (22 and 2.5 μg N2O-N g-1 SWD h-1, respectively) due to the higher soil temperature, which stimulates microbial production of N2O. In terms of pristine forest, the nitrification rate was very different between the Atlantic forest and Amazonian forest (0.08 and 15.9 μg N2O-N g-1 SWD h-1, respectively), showing the different regulatory factors of each tropical region, such as rainfall regime, vegetal composition, soil types, etc. In boreal forests, OM, soil water content and soil pH were the main regulators, limiting the availability of N in conifer-dominated well-drained forests compared to peat-dominated poorly drained forests. In this way, we verified that mineralization and, mainly, nitrification are very relevant processes in the control of N, and even in extremely different ecosystems, the regulating factors are often the same. This evidences the need for more studies about N dynamics in these environments, especially in restoration forestspt_BR
dc.identifier.vinculationAluno de Doutoradopt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.degree.departmentInstituto de Químicapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Geoquímicapt_BR
dc.degree.date2017-
dc.degree.localNiterói, RJpt_BR
dc.publisher.departmentNiteróipt_BR
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