Please use this identifier to cite or link to this item: https://app.uff.br/riuff/handle/1/4509
Title: Relatório de Prática de Ensino-Aprendizagem em Educação Ambiental em Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental II Turma 2017.1: Como conhecer na diversidade e em ambientes de diálogo nas relações pessoais e empresariais?
Authors: Souza, Andressa Batista
Ashley, Patrícia Almeida
Keywords: Educação ambiental;  Educação ativa;  Responsabilidade social empresarial;  Governança corporativa
Issue Date: 15-Sep-2017
Series/Report no.: Relatório de Prática de Ensino-Aprendizagem em Educação Ambiental em Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental II;1
Abstract: Este é o segundo relatório de prática de ensino-aprendizagem em educação ambiental preparado pela Monitora Andressa Batista Souza sob orientação da Profa Patricia Almeida Ashley, realizada na 1a aula do 2° período do curso de Ciência Ambiental no componente curricular Crítica, Consciência e Cidadania Socioambiental II. Iniciamos uma dinâmica para conhecer critérios em relações pessoais. Para ilustrar a situação, a professora indicou temas do contexto próximo ao público de estudantes. Critérios sobre: como conhecer um(a) bom/boa candidato(a) à 'ficante', idem para 'namorado(a)' e idem para 'companheiro(a) de vida'. Percebemos que a perspectiva da turma foi distinta pelos olhares das moças/mulheres (pontos de vista e interesses) e dos rapazes/homens. A partir dos resultados, refletimos em sala com comentários da professora quanto a uma sociedade que preze a paz, o respeito e à tolerância à diversidade são condições sine qua non para a convivência social. Também aprendemos que podemos adotar métodos semelhantes (primeiro com uma reflexão individual, depois juntando e sintetizando as reflexões em dupla, quarteto e assim por diante) para conhecermos e conjugarmos tais diversidades que são necessários para a expressão de visões e interesses a partir das situações e contextos de cada um dos participantes da rede de diálogos e interesses. Comentários foram feitos pela professora ao final dessa etapa, recomendando que quando praticarem o método da dinâmica adotada, observarem a linguagem dos critérios a ser combinada com os participantes da dinâmica (ou tudo substantivo ou tudo adjetivo); além de adotar o termo (substantivo, adjetivo) e mais uma descrição do termo em poucas palavras para esclarecer sobre o que significa) ou, alternativamente, passarem para uma segunda etapa de 'normalização/padronização' da linguagem. Em uma segunda etapa da aula, passamos para uma transição da escala individual de visão e interesses sobre o tema de bom/boa candidato(a) a ficante, namorado(a) e companheiro(a) para critérios de excelência para uma boa empresa (escolhendo o ramo próximo ao cotidiano de toda a turma) no ramo de supermercado pensando no foco do setor de Hortifruti do supermercado. A sala foi então organizada em 'partes interessadas' que é uma tradução do termo em inglês 'stakeholders' do negócio de hortifruti de uma empresa de supermercado. Os dez segmentos de stakeholders foram: 1. Consumidores do Hortifruti no supermercado 2. Atacadista fornecedor do Hortifruti no supermercado 3. Produtor fornecedor do Hortifruti no supermercado 4. Trabalhador da seção do Hortifruti no supermercado 5. Gerente do supermercado 6. Donos do supermercado sendo uma empresa familiar do tipo Ltda (empresa limitada) 7. Governo (função tributação) 8. Governo (função vigilância sanitária) 9. Vizinhança do supermercado 10. Banco que financia o supermercado Cada 'stakeholder' individualmente ou em dupla ou em trio, de acordo com o número de pessoas na sala e preferências para qual stakeholder (muitos queriam ficar na posição de 'consumidor' e limitaram-se a três) passou então a definir quais seriam os critérios para que o supermercado fosse bom para os interesses daquele segmento de stakeholders. Ao final, os estudantes relataram suas respectivas expectativas de critérios para o sucesso das relações empresárias com o representante de cada um dos stakeholders. Vimos, então, que haveria possibilidade de conflito de interesses e de critérios e é assim que é a realidade de rede de stakeholders que afetam ou são afetados por um empreendimento, no caso aqui estudado um empreendimento empresarial de tipo empresa familiar ltda com uma unidade física em um bairro residencial. A professora passou, então, a apresentar reflexões introdutórias sobre os desafios éticos que estamos em cada uma das relações negócio-sociedade, negócio-governo, negócio-mercados; falou também que podemos incorporar as escalas de interesses (global/internacional; nacional; subnacional; local) e que dependendo do contexto onde atua a empresa o que é desafio ético nível 1 - cumprir a Lei - pode ser que em outro contexto não seja exigência legal, mas seja algo que o contexto social já espera que a empresa o faça, passando a ser desafio ético nível 2. Ocorre que há líderes e donos de negócios que pensam anos luz à frente da Lei e do contexto social atual, aplicando tais ideais éticos ou valores em seu próprio negócio, o que caracterizaria um nível 3 de desafios éticos que denomino de aspiração a ideais éticos. Segue relato detalhado preparado pela Monitora Andressa Batista Souza, como parte de suas atividades de Monitoria.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/4509
Appears in Collections:Núcleo Girassol - REA - Textos

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Relato_CCCS II aula de 1 set 2017 Sousa e Ashley.pdf946.23 kBAdobe PDFView/Open


This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons