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Title: As novas e velhas configurações da força de trabalho Uma reflexão sobre a forma de o capitalismo submeter todos para acumular riquezas e manter-se hegemônico
Authors: Ferreira, Rachel Domingos
metadata.dc.contributor.advisor: Tavares, João Claudino
metadata.dc.contributor.members: Defilippo, Antoniana Dias
Sirelli, Paula Martins
Issue Date: 25-Sep-2017
Abstract: O trabalho de conclusão de curso vem com o objetivo de trazer reflexões e, analisa-se a respeito de como o capitalismo interferiu retirando a centralidade do trabalhador, frente às transformações no processo de exploração e alienação do trabalhador. Observa-se que quanto mais se desenvolve o capitalismo mais se desenvolve os níveis de exploração e pobreza. Procura-se mostrar como o ideário neoliberal extremamente ofensivo avança com suas políticas de exclusão, precarização e desproteção do Estado, o que rebate na classe menos favorecida, impulsionando o retrocesso da classe trabalhadora que tem muitos de seus direitos trabalhistas retirados ou transformados em benesses incentivando ainda mais o clientelismo. Assim as táticas que o neoliberalismo usa, como por exemplo, grande incentivo à competitividade, individualismo, que tanto contribuem para despolitização do trabalhador, são problematizados neste trabalho. Com ajuda da mídia que incorpora a falsa ideologia de que esta sociedade é democrática e que há oportunidade para todos, entende-se que, de todas as armas que o capitalismo investiu para subjugar a classe trabalhadora, a alienação da consciência é a que mais tem trazido danos. Nesta mesma linha de argumentação nos remetemos a Rio das Ostras, para entender as articulações dos trabalhadores para se reproduzirem concomitante às relações de poder local que reproduz as tais ofensivas neoliberais contribuindo com o aumento das desigualdades e consequentemente a despolitização dos trabalhadores. Cabe pontuar que se reconhece que este debate não esgota neste trabalho.
metadata.dc.description.abstractother: The conclusion course work comes with the goal of bringing refelctions and analyses regarding how capitalism interfered by removing the work as central category and transforming it in an object of profit, in an unlimited ambition, where the worker will be object of exploitation, leading him to an alienation process, this happens with the work’s social division. It is observed that the more the capitalism develops, the more levels of exploitation and poverty rise. The extremely offensive neoliberal ideology move forward with its policies of exclusion, precariousness and deprotection of the State, which swings in the least favored class, driving the working class backlash that has many of its labour rights removed or transformed into benefits, encouraging even more patronage. The tactics the neoliberalism uses, such as for example, great incentive to competition and individualism, contribute to the depolitication of the worker, that instead of joining others, will seek alone the solutions for problems originated from the capital itself, he won’t seek in group. With the media’s help that incorporates the false ideology that this society is democratic and that there is opportunity for all, it is understood that, of all weapons that capitalism has invested to subdue the working class, the alienation of consciousness is what has brought more damages. In the same line of reasoning we refer to Rio das Ostras, to understand the articulation of workers to reproduce concomitant local relations’ power, that that reproduces the neoliberal offensives, contributing to increasing inequalities and consequently the depolitication of the workers. It’s important to punctuate that this debate does not go through this work.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/4633
Appears in Collections:RGS - Trabalhos de Conclusão de Curso

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